Apple iPhone 18 Pro: Vazamento revela Face ID sob tela e preço acima de R$ 7.000

Novas informações apontam que o iPhone 18 Pro terá Face ID integrado sob a tela, com preço estimado para o mercado brasileiro acima de R$ 7.000.
Publicado dia 20/01/2026
Rumores indicam que o iPhone 18 Pro pode trazer Face ID sob a tela com preço acima de R$ 7.000 no Brasil
Rumores indicam que o iPhone 18 Pro pode trazer Face ID sob a tela com preço acima de R$ 7.000 no Brasil
Resumo da notícia
    • O iPhone 18 Pro pode ser o primeiro modelo da Apple a ter o Face ID integrado sob a tela, segundo rumores recentes.
    • Você poderá contar com um design mais limpo, sem recortes visíveis, e recursos avançados de segurança facial embarcados sob o display.
    • Essa tecnologia deve impactar diretamente a experiência de uso, trazendo mais área útil na tela e mantendo a segurança das autenticações.
    • O preço do iPhone 18 Pro no Brasil será superior a R$ 7.000, alinhado com a tendência dos celulares premium no mercado nacional.

O próximo topo de linha da Apple ainda nem foi confirmado oficialmente, mas rumores já apontam que o iPhone 18 Pro pode estrear o primeiro sistema de Face ID sob a tela da marca, com preço iPhone Brasil partindo de valores acima de R$ 7.000 no lançamento.

Rumor ou lançamento? Onde o iPhone 18 Pro está nesse momento

Por enquanto, o iPhone 18 Pro está no campo dos vazamentos e previsões de mercado, não em anúncio oficial. A Apple tradicionalmente revela cada geração de iPhone apenas alguns meses antes da chegada às lojas.

As informações sobre o suposto Face ID escondido sob o display vêm de analistas de cadeia de suprimentos e de fontes conhecidas por antecipar tendências de telas e sensores usados pela empresa.

Esses informantes costumam antecipar detalhes técnicos com boa precisão, como já aconteceu em gerações anteriores do iPhone e de outros celulares premium concorrentes, como o Samsung Galaxy S26 e o Samsung Galaxy S27 Ultra, que também circulam em rumores e anúncios parciais sobre câmeras e chipsets.

Mesmo assim, nada disso significa confirmação. Até agora, a fabricante não comentou publicamente sobre o iPhone 18, nem sobre datas, nem sobre faixas de preço, algo parecido com o que ocorre com rumores de próximos modelos de MacBook Pro com novos chips Apple Silicon.

Face ID sob a tela: o que muda na prática para o usuário

O grande destaque dos vazamentos é a ideia de um Face ID totalmente escondido debaixo da tela. Em vez do recorte visível, o sensor ficaria em uma área ativa do display, liberando mais espaço útil.

Esse tipo de solução exige uma zona especial da tela, capaz de alternar entre exibir imagem e permitir a passagem de luz para os sensores. Já existem tentativas semelhantes com câmeras sob o display em alguns aparelhos Android, mas com qualidade variável de imagem.

No caso do reconhecimento facial, o desafio é ainda maior, porque o Face ID depende de sensores infravermelhos, projetores de pontos 3D e alta precisão para desbloquear o aparelho ou autorizar pagamentos.

Para manter o nível de segurança atual, a integração sob o display precisaria preservar toda essa estrutura, mesmo escondida, sem comprometer tempo de resposta, taxa de falhas ou funcionamento em ambientes escuros.

Design de tela cheia e possível fim de recortes visíveis

Se o rumor se confirmar, o iPhone 18 Pro pode ser um dos primeiros modelos da linha a realmente se aproximar de uma frente quase totalmente ocupada pela tela, com bordas finas e sem recortes aparentes.

Hoje, a empresa usa a Dynamic Island para esconder parte do recorte de sensores com elementos de interface. Com o Face ID sob o vidro, essa área poderia ser reduzida ou até removida, dependendo do caminho escolhido no software.

Isso colocaria o aparelho em uma tendência já vista em outras marcas, que buscam reduzir bordas e recortes, explorando ao máximo a área útil de exibição, como se observa em lançamentos de alto nível no mercado Android com telas AMOLED ou OLED de bordas mais discretas.

A mudança também conversa com um cenário de aparelhos cada vez mais parecidos por fora, em que pequenas diferenças no acabamento de tela, nas laterais e nas câmeras acabam definindo a identidade visual de cada linha.

Preço acima de R$ 7.000 no Brasil: cenário provável

Outra parte importante dos vazamentos aponta para um valor estimado acima de R$ 7.000 para o iPhone 18 Pro no mercado brasileiro. Esse número não é oficial, mas segue a trajetória recente de preços de celulares premium no país.

O iPhone 17, por exemplo, já surgiu em lançamentos com preços acima dessa faixa em determinadas versões, reforçando a tendência de valores iniciais elevados nos modelos Pro, que somam recursos avançados de câmera e tela.

Ao observar também outros topos de linha, como o Samsung Galaxy S26 Ultra oficial com câmera de 200 MP por R$ 8.999, fica claro que o segmento mais alto do mercado móvel gira em torno de patamares de preço cada vez mais altos.

Conversões de dólar para real, impostos, custos de importação e margens de revenda ajudam a explicar por que a faixa de entrada de aparelhos topo de linha costuma superar facilmente os R$ 6.000, alcançando valores de notebook avançado ou mesmo de consoles de última geração.

Como o rumor se conecta com a estratégia recente da Apple

Mesmo sem confirmação oficial, a ideia de um Face ID sob a tela se encaixa em um caminho já trilhado pela marca, que vem ajustando o design da frente dos iPhones, reduzindo bordas e mexendo no recorte superior a cada nova geração.

Em alguns mercados, a empresa também tem feito movimentos de preço que combinam versões mais acessíveis com modelos Pro mais caros, aproximando a linha de aparelhos de públicos diferentes sem abandonar o topo do segmento premium.

Além disso, há uma pressão competitiva crescente de fabricantes que investem em telas mais avançadas, sensores de câmera embaixo do vidro e novos formatos de biometria, como se vê na família Samsung Galaxy S26 com processadores Exynos de última geração e compatibilidade global.

Ao mesmo tempo, o ecossistema da marca, que inclui serviços, apps de produção de conteúdo e soluções para criadores, reforça o apelo de celulares com hardware potente, o que ajuda a sustentar patamares mais altos de preço em mercados como o brasileiro.

Reconhecimento facial, privacidade e tendências de biometria

O Face ID se consolidou como uma das principais formas de desbloqueio e autenticação em celulares premium, mas ele não está sozinho. Leitores de digital sob a tela, sensores laterais e métodos híbridos seguem dividindo espaço.

A possibilidade de colocar o reconhecimento facial sob o display pode reforçar essa tecnologia como principal biometria da linha Pro, ao lado de senhas e passcodes, mantendo o foco em segurança e conveniência.

Há também uma discussão constante sobre privacidade, dados biométricos e uso de inteligência artificial, que se cruza com outros temas de tecnologia, como o avanço de deepfakes, montagens digitais e sistemas de autenticação em diferentes setores.

Em paralelo, fabricantes e desenvolvedores buscam novas formas de proteger contas, arquivos e transações financeiras, o que inclui combinações de biometria com autenticação em duas etapas e dispositivos dedicados de segurança.

Projeções de hardware: o que pode acompanhar o novo Face ID

Embora o foco dos vazamentos esteja nos sensores sob a tela, é esperado que o iPhone 18 Pro venha acompanhado de um pacote de melhorias tradicionais em desempenho, câmera e conectividade, seguindo o padrão anual da marca.

Isso normalmente inclui um novo chip da linha Apple Silicon para dispositivos móveis, mais eficiência energética e maior capacidade de processamento para IA generativa, edição de vídeo e jogos, em linha com movimentos vistos em outros lançamentos avançados do mercado.

Rumores também costumam apontar para ajustes nas lentes das câmeras principais, avanços em fotografia noturna e gravação de vídeo em alta resolução, acompanhando concorrentes que apostam em sensores de 200 MP, zoom periscópico e recursos de IA embarcada.

Do lado da conectividade, não seria surpresa ver incrementos em 5G, Wi-Fi de nova geração e suporte estendido a redes e bandas usadas no Brasil, reforçando a presença do aparelho no mercado local mesmo com preços elevados.

Possíveis especificações esperadas para o iPhone 18 Pro

Como se trata de um rumor, as especificações ainda não são definitivas, mas é possível listar características que costumam aparecer em previsões para celulares premium dessa faixa.

Entre elas estão telas OLED de alta taxa de atualização, múltiplas câmeras traseiras com sensores grandes, armazenamento interno a partir de 128 GB e baterias otimizadas para uso intenso com carregamento rápido.

Também é comum esperar certificações de resistência à água e poeira, biometria avançada e integração profunda com outros produtos do ecossistema, como relógios, tablets e notebooks da mesma fabricante.

Com base nesse padrão histórico, uma ficha técnica especulativa pode ser organizada em formato de tabela, servindo mais como referência de tendência do que como confirmação oficial.

Características Especificações esperadas (rumores)
Modelo iPhone 18 Pro
Sistema Operacional Versão futura do iOS (a definir)
Processador (CPU) Nova geração de chip Apple Silicon para iPhone
Memória RAM Entre 8 GB e 12 GB (estimativa)
Armazenamento Interno 128 GB, 256 GB, 512 GB ou mais
Tela OLED com alta taxa de atualização e Face ID sob a tela
Câmera Traseira Múltiplos sensores com zoom avançado e foco em fotos noturnas
Câmera Frontal Sensor integrado sob a tela com suporte a Face ID
Bateria Capacidade superior à geração anterior (não confirmada)
Conectividade 5G, Wi-Fi de nova geração, Bluetooth atualizado
Biometria Reconhecimento facial 3D e possíveis recursos adicionais
Resistência Proteção contra água e poeira (padrão IP a definir)
Dimensões Sem dados oficiais
Peso Sem dados oficiais
Cores Disponíveis Novas opções combinadas com tons já tradicionais
Preço Acima de R$ 7.000 no lançamento no Brasil (estimativa)

Cenário do mercado premium no Brasil e comparação com outros aparelhos

O provável preço do iPhone 18 Pro se encaixa em um cenário mais amplo, em que diversos aparelhos de ponta já ultrapassam a barreira dos R$ 7.000 em suas versões avançadas.

Casos recentes de flagships mostram valores de lançamento entre R$ 4.999 e quase R$ 9.000, dependendo da marca, da configuração de memória e dos recursos de câmera, como visto em modelos S25, S26 e S26 Ultra da linha Galaxy.

Há ainda aparelhos intermediários superiores, como tablets com preço em torno de R$ 750, e smartphones focados em custo-benefício, que tentam ocupar faixas de entrada enquanto deixam o topo do mercado para linhas com recursos mais extremos.

Essa segmentação ajuda a explicar por que os modelos Pro de iPhones e de concorrentes diretos atraem um público específico, disposto a pagar mais por lançamentos anuais, enquanto a maioria dos consumidores migra para aparelhos intermediários ou recondicionados.

O que esperar para o lançamento oficial e próximos passos

Até que a empresa faça um anúncio, o iPhone 18 Pro permanece como um conjunto de rumores sobre Face ID sob o display, design mais limpo na parte frontal e preços altos no Brasil.

Historicamente, a marca revela seus principais celulares em eventos no segundo semestre, com pré-venda iniciando pouco depois em mercados selecionados, e chegada posterior a países como o Brasil.

Quando isso acontecer, será possível confirmar se a integração completa do reconhecimento facial sob a tela chegou a tempo dessa geração ou se ficará para os modelos seguintes, em um cronograma de adoção gradual dessa tecnologia.

Enquanto isso, o debate sobre até onde os consumidores brasileiros estão dispostos a ir em termos de preço por um smartphone topo de linha continua aberto, em um mercado em que especificações técnicas, software e ecossistema de serviços pesam cada vez mais na decisão de compra.

André atua como jornalista de tecnologia desde 2009 quando fundou o Tekimobile. Também trabalhou na implantação do portal Tudocelular.com no Brasil e já escreveu para outros portais como AndroidPIT e Techtudo. É formado em eletrônica e automação, trabalhando com tecnologia há 26 anos.