Campanha alerta que usar o celular ao volante aumenta risco de colisão
Olhar o celular por alguns segundos ao volante pode parecer um hábito banal, mas a Motiva diz que isso eleva em até 400% as chances de colisão, em dado atribuído à Abramet. A campanha lançada pela empresa tenta traduzir
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Resumo gerado por IA, revisado pela redação.

Olhar o celular por alguns segundos ao volante pode parecer um hábito banal, mas a Motiva diz que isso eleva em até 400% as chances de colisão, em dado atribuído à Abramet. A campanha lançada pela empresa tenta traduzir esse risco em uma mensagem pública de segurança viária.
O alerta se dirige a quem dirige em rodovias e também fora delas. A comparação com álcool e direção aparece no material da ação como forma de enquadrar a gravidade da distração, que muitas vezes começa com uma notificação rápida na tela.
O toque que distrai e pode virar acidente em segundos
Usar o celular enquanto dirige não aparece na campanha como uma infração isolada, mas como um desvio de atenção no momento mais crítico da condução. A Motiva afirma que o comportamento pode multiplicar em até 400% o risco de colisão.
A mensagem se apoia em uma lógica simples: o tempo de reação cai quando o motorista tira os olhos da via, mesmo que por poucos segundos. Nesse intervalo, podem surgir freadas bruscas, mudanças de faixa inesperadas e perda de controle da distância em relação a outros veículos.
3 situações em que a distração começa sem ninguém perceber
- Quando a notificação acende a tela e o motorista só “confere” a mensagem.
- Quando a mão sai do volante para atender ligações ou responder texto.
- Quando a atenção se divide entre o trânsito e aplicativos no painel ou no aparelho.
A campanha trata esse comportamento como um risco parecido ao de álcool e direção, segundo a Abramet citada pela Motiva. O recado mira um ponto conhecido da segurança viária: muitos acidentes começam antes da colisão, no instante em que a atenção é desviada.
Quem entra nessa campanha e por que ela quer ir além das rodovias
A ação integra o movimento “O alerta que faltava”, articulado pela Motiva com a agência Talent e nomes ligados ao projeto Acelerados, comandado por Rubens Barrichello e Gerson Campos. A proposta, segundo a empresa, é reunir instituições, marcas e lideranças em torno da segurança no trânsito.
Rubens Barrichello, ex-piloto de Fórmula 1, e Gerson Campos, apresentador e criador de conteúdo automotivo, entram como figuras de alcance público para ampliar a mensagem. A campanha busca ir além da publicidade tradicional e ocupar espaços ligados ao deslocamento cotidiano.
Onde a mensagem aparece para pegar o motorista em diferentes momentos
- Nas rodovias operadas pela Motiva.
- Nos canais das concessionárias da empresa.
- Em peças vinculadas ao movimento “O alerta que faltava”.
- Em ações que convocam outras marcas a aderirem ao tema.
O site da iniciativa também diz que o movimento está aberto a empresas interessadas em reforçar a pauta de prevenção. O foco é ampliar o alcance da campanha em diferentes pontos da jornada de quem dirige, não apenas no momento em que o carro já está em movimento.
O que muda para quem dirige no dia a dia
A campanha é pública e de conscientização, sem custo direto ao consumidor. Não há produto nem serviço sendo vendido; o objetivo é pressionar por mudança de comportamento para reduzir acidentes causados por distração.
No cotidiano, isso alcança motorista, passageiros, pedestres e outros condutores. A iniciativa tenta deslocar o celular do papel de companhia constante para o de objeto incompatível com a condução, principalmente em vias de maior velocidade.
Pequenas atitudes que ajudam a largar o celular antes de engatar a marcha
- Deixar o aparelho fora do alcance visual imediato.
- Responder mensagens antes de sair, não durante o trajeto.
- Evitar checar notificações mesmo em paradas rápidas.
- Tratar ligações e alertas como algo a ser resolvido fora da direção.
Ao levar a mensagem às rodovias e aos canais das concessionárias, a Motiva tenta transformar uma regra já conhecida em um alerta de rotina. A aposta é que a repetição do risco em linguagem direta tenha mais efeito do que campanhas genéricas sobre prudência ao volante.



