Coreia do Sul investe até R$ 200 bilhões em data center colossal

Descubra como a Coreia do Sul planeja criar o maior data center do mundo, com investimento de até R$ 200 bilhões.
Atualizado há 1 mês
Data center na Coreia do Sul

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A Coreia do Sul está se preparando para abrigar o maior data center do mundo, com um investimento que pode alcançar US$ 35 bilhões, o equivalente a R$ 200 bilhões. Este complexo terá uma capacidade de 3GW, marcando um novo capítulo na infraestrutura de dados global e competindo diretamente com gigantes como Google, Microsoft e Amazon. Acompanhe os detalhes deste projeto ambicioso e o que ele significa para o futuro tecnológico do país.

O Gigante de Dados Sul-Coreano

Localizado na província de Jeollanam-do, no sudoeste da Coreia do Sul, o futuro data center promete ser uma referência mundial. A Stock Farm Road, empresa especializada em análise de dados e responsável pela plataforma de energia inteligente e2i², supervisionará a construção. Este empreendimento tem como objetivo rivalizar com os maiores data centers do mundo, pertencentes a empresas como Google e Microsoft.

Kim Young-rok, governador da província, recebeu um memorando detalhando que as instalações contarão com um sistema de resfriamento de última geração, além de uma robusta infraestrutura de fibra óptica, tanto nacional quanto internacional. A estrutura será capaz de lidar com grandes variações de cargas elétricas, garantindo um funcionamento estável e eficiente.

O comunicado oficial destaca que a construção servirá como base para o desenvolvimento de Inteligência Artificial (IA) de última geração, impulsionando a inovação e promovendo o crescimento econômico não só na região, mas em todo o país. Este projeto ambicioso visa posicionar a Coreia do Sul como um polo tecnológico global.

Além disso, a expectativa é que o novo data center atraia investimentos e gere empregos, contribuindo para o fortalecimento da economia local. A infraestrutura avançada também deverá beneficiar diversas áreas, como pesquisa e desenvolvimento, tecnologia e serviços digitais. A Coreia do Sul se prepara para um salto tecnológico significativo com este empreendimento.

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Infraestrutura de Ponta e Sustentabilidade

O memorando enviado ao governador Kim Young-rok ressalta que o data center será equipado com tecnologia de ponta. Isso inclui sistemas de resfriamento avançados para manter a temperatura ideal dos servidores, garantindo o desempenho máximo e a eficiência energética. A instalação de fibra óptica de alta capacidade, tanto nacional quanto internacional, permitirá a rápida transferência de dados.

A capacidade de lidar com variações repentinas de cargas elétricas é outro ponto crucial. Isso assegura a estabilidade do sistema e a continuidade das operações, mesmo em momentos de alta demanda. Essas características são essenciais para um data center de grande porte, que precisa operar de forma ininterrupta e eficiente.

A preocupação com a sustentabilidade também é evidente. O projeto busca minimizar o impacto ambiental, utilizando tecnologias que reduzam o consumo de energia e otimizem o uso dos recursos naturais. A construção de um data center desse porte envolve desafios ambientais, e a Coreia do Sul está comprometida em adotar práticas responsáveis.

Espera-se que a infraestrutura do data center também impulsione a adoção de energias renováveis na região. A necessidade de alimentar um complexo com capacidade de 3GW pode incentivar a criação de novas fontes de energia limpa, como solar e eólica. Este aspecto sustentável é um diferencial importante do projeto.

A Nova Revolução Industrial Digital na Coreia do Sul

Brian Koo, herdeiro da LG, está diretamente envolvido no projeto, vendo a construção como uma forma de elevar a Coreia e a região a um novo patamar tecnológico. A expectativa é que a infraestrutura sirva como plataforma para uma nova era de revolução industrial regional, impulsionando o desenvolvimento de novas tecnologias e serviços digitais.

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No entanto, a construção do data center ocorre após debates sobre o impacto ambiental de grandes complexos de dados. Um estudo da Hugging Face revelou que IAs generativas consomem 33 vezes mais energia do que máquinas voltadas para softwares específicos. Este dado ressalta a importância de práticas sustentáveis na operação do data center.

Apesar das preocupações ambientais, o projeto segue em frente, com a expectativa de que o data center impulsione a economia local e gere novas oportunidades de emprego. A Coreia do Sul busca equilibrar o avanço tecnológico com a responsabilidade ambiental, adotando medidas para mitigar o impacto da construção e operação do complexo.

Espera-se que o data center se torne um centro de excelência em tecnologia, atraindo empresas e profissionais de todo o mundo. A infraestrutura avançada e a localização estratégica da Coreia do Sul podem transformar o país em um hub global de inovação, impulsionando o crescimento econômico e o desenvolvimento tecnológico.

Para ilustrar o potencial de crescimento do mercado, vale mencionar que a IA Conversacional deve movimentar US$ 23 bilhões até 2027. A demanda crescente por capacidade de processamento de dados e soluções de IA justifica o investimento massivo no novo data center.

Desafios Ambientais e Soluções Sustentáveis

A construção de um data center de grande porte inevitavelmente levanta questões sobre o impacto ambiental. O consumo de energia é uma das principais preocupações, especialmente no contexto das mudanças climáticas. A Hugging Face, empresa especializada em machine learning, apontou que as IAs generativas consomem significativamente mais energia do que outras aplicações.

Para mitigar esses impactos, a Coreia do Sul está investindo em soluções sustentáveis. Isso inclui o uso de sistemas de resfriamento eficientes, que consomem menos energia, e a busca por fontes de energia renovável para alimentar o data center. A adoção de práticas de construção sustentável também é fundamental para minimizar o impacto ambiental.

Além disso, a gestão eficiente dos recursos hídricos é crucial. Os data centers consomem grandes quantidades de água para resfriamento, e é importante implementar tecnologias que reduzam o uso e promovam a reutilização da água. A Coreia do Sul está explorando diversas opções para garantir a sustentabilidade hídrica do projeto.

A colaboração com empresas especializadas em sustentabilidade e energia limpa é essencial para o sucesso do projeto. A troca de conhecimento e a adoção de melhores práticas podem transformar o data center em um modelo de sustentabilidade para a indústria. A Coreia do Sul está comprometida em construir um futuro tecnológico mais verde.

A empresa de Robô Humanoide Movida por IA capta $350M, o que mostra o grande potencial de mercado e a necessidade de infraestruturas robustas para suportar essa tecnologia. O data center na Coreia do Sul se posiciona como um importante facilitador para o desenvolvimento da IA.

Expectativas e Impactos Futuros

A construção do data center em Jeollanam-do está prevista para ser concluída até 2028, com uma expectativa inicial de arrecadar cerca de US$ 3,5 bilhões (R$ 19 bilhões). Este investimento inicial deverá gerar um impacto significativo na economia local, criando novas oportunidades de emprego e atraindo empresas de tecnologia para a região.

O projeto não apenas promete revolucionar a infraestrutura de dados da Coreia do Sul, mas também posiciona o país como um líder global em tecnologia e inovação. A capacidade de 3GW do data center permitirá o desenvolvimento de novas aplicações de IA, além de impulsionar o crescimento de diversos setores da economia digital.

À medida que o projeto avança, é fundamental monitorar os impactos ambientais e sociais. A adoção de práticas sustentáveis e a promoção do desenvolvimento social são essenciais para garantir que o data center beneficie a todos. A Coreia do Sul tem a oportunidade de criar um modelo de desenvolvimento tecnológico responsável e inclusivo.

Para saber mais sobre o andamento deste projeto e seus desdobramentos, continue acompanhando as notícias e análises do TecMundo. Acompanhe de perto a evolução deste ambicioso empreendimento e como ele poderá transformar o futuro da tecnologia na Coreia do Sul e no mundo.

Este conteúdo foi auxiliado por Inteligência Artificiado, mas escrito e revisado por um humano.

Via TecMundo

André atua como jornalista de tecnologia desde 2009 quando fundou o Tekimobile. Também trabalhou na implantação do portal Tudocelular.com no Brasil e já escreveu para outros portais como AndroidPIT e Techtudo. É formado em eletrônica e automação, trabalhando com tecnologia há 26 anos.