Logo depois do pôr do Sol, vale olhar para o mesmo pedaço de céu a olho nu. A Lua chama atenção e, perto dela, Vênus, Júpiter e Mercúrio aparecem em um alinhamento informal. O trio deve formar um minidesfile visível no começo da noite.

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A janela certa logo após o pôr do Sol

O momento mais favorável é logo após o Sol se pôr, quando o céu ainda não escureceu totalmente. Nessa faixa, os astros ficam mais baixos no horizonte, o que facilita localizar a Lua e, a partir dela, encontrar os planetas próximos.

A observação depende mais de horário do que de equipamento. Quem perder a janela inicial tende a encontrar o céu mais escuro e os pontos celestes menos destacados, especialmente perto da linha do horizonte.

O que olhar primeiro no céu

  • A Lua, que serve de referência visual para a busca.
  • A região próxima a ela, onde devem aparecer Vênus, Júpiter e Mercúrio.
  • O trecho do céu observado pouco depois do pôr do Sol.

Lua como guia: onde encontrar Vênus, Júpiter e Mercúrio

Uma composição do céu ao entardecer mostrando a Lua em destaque e, próximos a ela, pequenos pontos brilhantes identificados como Vênus, Júpiter e Mercúrio, com a linha do horizonte ainda visível para situar a observação logo após o pôr do Sol.

A Lua funciona como ponto de partida para localizar os três planetas. O destaque da noite é esse agrupamento aparente, que pode ser acompanhado sem equipamento e chama atenção pela proximidade visual entre os corpos celestes.

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Vênus, Júpiter e Mercúrio aparecem perto da Lua e compõem o quadro descrito como um minidesfile. A cena deve ser observada na direção correta do céu, já que o conjunto fica concentrado em uma área específica logo após o pôr do Sol.

Entre os três, o texto-base não indica diferenças de brilho ou posição relativa além da proximidade com a Lua. Ainda assim, a presença dos planetas juntos é o que deve marcar a noite para quem olhar cedo.

Quem aparece mais fácil de ver

  • A Lua, por ser a referência mais evidente no céu do início da noite.
  • Vênus, Júpiter e Mercúrio, que surgem próximos a ela no mesmo campo de observação.
  • O agrupamento como um todo, sem necessidade de telescópio.

Se o céu da sua cidade colaborar, dá para ver sem telescópio

A observação é simples e gratuita, feita a olho nu. O que pode mudar de uma cidade para outra é a qualidade do céu: nuvens, transparência da atmosfera e poluição luminosa interferem diretamente na visibilidade dos astros baixos no horizonte.

Quando o céu colabora, o encontro entre Lua, Vênus, Júpiter e Mercúrio pode ser acompanhado sem telescópio. O fenômeno, porém, depende de boas condições de observação no local onde o leitor estiver.

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A recomendação prática aqui é menos sobre equipamento e mais sobre timing e visibilidade. Quem olhar no começo da noite tem a melhor chance de ver o conjunto antes que os planetas fiquem menos destacados no céu.

O Olhar Digital publicou que o fenômeno pode ser visto nesta noite, logo após o pôr do Sol, com a Lua servindo de referência para localizar Vênus, Júpiter e Mercúrio.