A Meta começou a liberar um plano opcional pago para o WhatsApp, com mensalidade de US$ 2,99, enquanto mensagens, chamadas e grupos seguem gratuitos. O pacote, chamado WhatsApp Plus, adiciona recursos extras sem alterar o uso básico do aplicativo.

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O que entra no WhatsApp Plus — e o que continua de graça no app que você já usa

A assinatura não substitui o WhatsApp tradicional. Ela entra como uma camada adicional, voltada à personalização e à conveniência, enquanto o serviço principal continua liberado para quem usa o app no dia a dia.

O modelo anunciado é opcional e foi desenhado para monetizar recursos extras, não para cobrar pelo acesso ao mensageiro. A liberação começou após meses de testes e faz parte de um lançamento global.

Separando o que é extra do que já fazia parte do pacote gratuito

  • Gratuito: mensagens, chamadas e grupos.
  • Pago: recursos adicionais de personalização e conveniência.
  • Opcional: a assinatura não é exigida para continuar usando o app.
  • Nome do plano: WhatsApp Plus.

Para o usuário, o ponto central é que a cobrança não atinge a rotina básica de comunicação. O que a Meta passa a vender é um complemento, e não uma mudança no acesso ao serviço.

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Quanto pesa no bolso: US$ 2,99 por mês vira quanto para quem paga em reais?

Captura de tela do WhatsApp no celular mostrando a área de configurações/assinatura com a indicação de recursos extras do plano pago, ao lado da interface do app usada normalmente para mensagens e chamadas, reforçando visualmente a diferença entre o que é gratuito e o que entra no pacote opcional.

O preço citado na reportagem é de US$ 2,99 por mês. Em conversão direta, o valor fica abaixo de R$ 20, mas a conta real depende da cotação do dia, de impostos e da forma de cobrança usada na loja do celular.

A própria Meta informou que o preço pode variar por região e moeda. Isso significa que o valor final pode não ser igual em todos os países, mesmo dentro do mesmo lançamento.

Custo mensal, variação por país e por que a oferta pode não aparecer para todos de cara

Item Informação divulgada
Mensalidade US$ 2,99
Periodicidade Mensal
Variação Pode mudar por região e moeda
Distribuição Global e gradual

Como a liberação é feita em ondas, a oferta pode demorar a aparecer mesmo em celulares que já receberam atualizações recentes. A implementação começou depois de meses de testes e não chega ao mesmo tempo para todos os usuários.

Na prática, trata-se de um gasto pequeno, mas recorrente. Em um ano, a mensalidade soma 35,88 dólares, antes de eventuais conversões e encargos locais.

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Se a opção ainda não apareceu no seu celular, o motivo pode ser esse

A Meta está fazendo um rollout global e gradual. Por isso, a ausência do WhatsApp Plus no aplicativo não indica erro, bloqueio nem incompatibilidade automática com o aparelho.

Esse tipo de distribuição costuma alcançar Android e iPhone em ritmos diferentes. A reportagem que anunciou o lançamento cita que a expansão começou após meses de testes e ainda pode levar tempo até atingir toda a base.

Como perceber se a novidade já chegou ao seu WhatsApp

  • O app passa a exibir a oferta da assinatura em áreas ligadas a recursos extras.
  • O plano aparece como opcional, sem alterar o acesso a mensagens, chamadas e grupos.
  • Se a opção não surge, o mais provável é que o seu perfil ainda não tenha entrado na leva de distribuição.
  • A diferença entre aparelhos, sistemas e regiões pode interferir no momento em que o recurso é liberado.

O lançamento global foi reportado em 27 de maio de 2026 pela TechCrunch, que descreveu a iniciativa como parte de uma nova leva de assinaturas da Meta. A cobertura da Business Standard reforçou que o foco está em extras de personalização, sem cobrança pelo uso básico do mensageiro.