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- A Microsoft adicionou ao Copilot ferramentas de pesquisa avançada e criação de podcasts, similares às do Google Gemini.
- Você pode economizar tempo com relatórios detalhados e ouvir resumos em áudio de textos longos.
- Essas atualizações tornam o Copilot mais competitivo no mercado de assistentes de IA.
- Usuários gratuitos têm acesso limitado, enquanto assinantes do Copilot Pro desfrutam de recursos ilimitados.
A Microsoft atualizou seu assistente de IA, o Copilot, com novas funcionalidades que lembram recursos já existentes no Google Gemini. As novidades incluem ferramentas para pesquisa aprofundada e criação de podcasts baseados em texto, buscando tornar o Copilot uma plataforma mais completa para os usuários.
Microsoft Copilot Ganha Ferramenta de Pesquisa Aprofundada Inspirada no Gemini
Uma das novidades mais comentadas é a ferramenta Deep Research (Pesquisa Aprofundada). Se você precisa de um relatório detalhado e bem elaborado sobre um tópico específico, em vez de respostas mais genéricas de chatbot, essa é a função ideal. Ela já existe em plataformas concorrentes como o Google Gemini, ChatGPT e até em ferramentas menores como o Perplexity.
A Microsoft estava um pouco atrás nesse quesito, mas agora o Copilot também entra na jogada. A ideia é simples: a ferramenta busca fontes confiáveis, compila as informações em um documento estruturado, citando as fontes utilizadas, e economiza horas de pesquisa manual.
Segundo a Microsoft, o Copilot pode “encontrar, analisar e combinar informações de fontes online ou grandes quantidades de documentos e imagens”. Um ponto interessante é que não é necessário ter uma conta Microsoft para iniciar uma consulta de Deep Research, e a assinatura Copilot Pro não é obrigatória para testar.
Para usuários gratuitos, a Microsoft oferece 5 consultas gratuitas de Deep Research por mês. Assinantes do Copilot Pro terão tentativas ilimitadas e acesso prioritário. Vale lembrar que, no final de março, a plataforma Microsoft 365 Copilot já havia recebido uma ferramenta similar chamada AI Researcher, capaz de analisar tanto fontes online quanto arquivos locais, incluindo e-mails e documentos internos, algo que pode ser útil para reduzir erros em modelos de linguagem de IA.
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Agora o Copilot Cria Podcasts a Partir de Textos
Outra função que chega ao Copilot é a criação de podcasts gerados por IA. Essa funcionalidade ganhou destaque inicialmente com o Google NotebookLM e, mais recentemente, apareceu no Gemini sob o nome de audio overviews (resumos em áudio). A proposta é transformar informações textuais, que podem ser densas ou extensas, em uma experiência de áudio mais dinâmica.
A Microsoft está chamando a função simplesmente de “Podcasts”. Embora a ideia central seja parecida com a do Google, a versão do Copilot traz algumas vantagens. Diferente do Gemini, onde não é possível interagir com o áudio gerado, o Copilot permite que o usuário pause, faça perguntas e continue a conversa com o assistente durante a reprodução do podcast.
Um aspecto interessante é que o Copilot pode transformar em podcasts não apenas textos online, mas também recursos offline que você envia (como documentos) e sites sugeridos. Isso amplia as possibilidades de uso, permitindo, por exemplo, ouvir um resumo de um longo relatório enquanto realiza outra tarefa. Esta funcionalidade se conecta também ao Copilot Search, que funciona de maneira similar ao modo de busca com IA do Google, mas integrado ao mecanismo Bing da Microsoft, intensificando a competição por agentes de IA geral.
Com essas adições, a Microsoft busca equiparar o Copilot aos seus principais concorrentes no campo da inteligência artificial generativa. A inclusão de ferramentas como Deep Research e Podcasts indica uma tendência clara no mercado de assistentes de IA: oferecer funcionalidades que vão além da simples geração de texto, auxiliando os usuários em tarefas complexas de pesquisa e consumo de informação em diferentes formatos. Essas tendências tecnológicas vão moldar os próximos anos no desenvolvimento de IAs.
Este conteúdo foi auxiliado por Inteligência Artificial, mas escrito e revisado por um humano.
Via Digital Trends