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- A Samsung está considerando usar baterias de estado sólido no Galaxy Ring 2 para melhorar sua autonomia.
- O objetivo é aumentar a densidade energética para até 360Wh/L, superando concorrentes.
- A nova tecnologia pode reduzir riscos de incêndio, mas pode aumentar o preço do dispositivo.
- A Samsung também planeja implementar essa tecnologia em outros wearables até 2027.
A Samsung pode estar preparando uma atualização na tecnologia de bateria para o Galaxy Ring 2, buscando melhorar a autonomia do dispositivo. Informações da publicação coreana Money Today sugerem que a empresa considera usar baterias de estado sólido na próxima geração do anel inteligente, prevista para o final do ano.
Nova tecnologia para maior duração
Embora o Galaxy Ring atual ofereça diversas funcionalidades, sua bateria de sete dias fica atrás de concorrentes como o RingConn Gen 2, que promete até 12 dias. Para diminuir essa diferença, a Samsung estaria de olho nas baterias de estado sólido, conhecidas por armazenar mais energia que as tradicionais de íon-lítio.
O desenvolvimento não é de hoje. Segundo a reportagem, a Samsung já criou uma bateria de estado sólido para wearables no ano passado com densidade de energia de 200Wh/L. O objetivo agora seria elevar esse número para pelo menos 360Wh/L, um salto que poderia aumentar significativamente o tempo de uso do anel entre recargas.
Bateria do Galaxy Ring 2: Vantagens e possíveis desafios
Além de armazenar mais energia, as baterias de estado sólido trazem outras vantagens importantes. Elas utilizam eletrólitos sólidos, o que reduz o risco de incêndios em comparação com as baterias de íon-lítio comuns na maioria dos eletrônicos atuais.
No entanto, nem tudo são flores. A produção dessas baterias ainda é consideravelmente mais cara. Esse custo adicional poderia refletir no preço final do Galaxy Ring 2. Resta saber se a Samsung conseguirá implementar a nova tecnologia mantendo um valor próximo ao modelo original ou se um aumento será inevitável.
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Outros dispositivos na mira
Os planos da Samsung para as baterias de estado sólido não se limitam aos anéis inteligentes. A mesma reportagem aponta que a empresa pretende introduzir a tecnologia em seus fones de ouvido até 2026 e nos relógios Galaxy Watch até 2027. Ainda não há informações sobre a possível adoção dessa tecnologia nos smartphones da marca.
- Maior densidade energética: Potencial para maior duração de bateria.
- Segurança aprimorada: Menor risco de superaquecimento ou incêndio devido aos eletrólitos sólidos.
- Custo de produção elevado: Pode impactar o preço final do dispositivo.
A adoção de baterias de estado sólido pela Samsung pode representar um passo importante para a autonomia de dispositivos vestíveis. A confirmação e os detalhes sobre a implementação no Galaxy Ring 2, incluindo seu impacto no preço, devem surgir nos próximos meses, à medida que a data de lançamento se aproxima.
Este conteúdo foi auxiliado por Inteligência Artificial, mas escrito e revisado por um humano.
Via Neowin