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- Donald Trump propõe tarifas de até 54% sobre importações da China, afetando produtos como o iPhone.
- Você pode pagar até 43% a mais pelo iPhone nos EUA se as tarifas forem implementadas.
- O aumento nos preços pode reduzir a competitividade da Apple no mercado americano.
- A Apple busca diversificar a produção para Índia e Vietnã, mas ainda enfrenta tarifas significativas.
Planos econômicos de Donald Trump incluem a aplicação de tarifas sobre importações. Se implementadas, especialmente sobre produtos da China, o preço do iPhone nos Estados Unidos pode ter um aumento considerável, de acordo com analistas. A Apple, que depende da produção chinesa, poderia repassar esses custos adicionais aos consumidores finais.
Entendendo as Tarifas Propostas
A imposição de tarifas sobre bens importados é uma peça central nos planos econômicos de Trump para um eventual novo mandato presidencial. Já foi confirmada a intenção de aplicar uma tarifa “base” de 10% sobre produtos importados de qualquer parte do mundo para os Estados Unidos.
No entanto, a situação é diferente para a China. O país, que desempenha um papel fundamental na cadeia de suprimentos de muitas empresas americanas, enfrenta uma alíquota específica de 54%. Essa medida faz parte de uma estratégia econômica mais ampla focada na taxação de importações.
Embora as novas tarifas de Trump afetem todos os setores, elas têm implicações sérias para a Big Tech, que depende muito de países como China e México para suas cadeias de suprimentos, o que pode afetar diversas marcas. A Apple, maior fabricante de smartphones dos EUA, poderia enfrentar dificuldades para manter os preços do iPhone competitivos.
Como as tarifas podem afetar o preço do iPhone com tarifas Trump
De acordo com a análise da Rosenblatt Securities, divulgada pela Reuters, a Apple pode precisar aumentar o preço do iPhone em até 43% se optar por repassar integralmente o custo das tarifas aos clientes.
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A dependência da China na cadeia de suprimentos da Apple ainda é predominante. Isso significa que os iPhones importados da China para os EUA estariam sujeitos à tarifa de 54%.
Para ilustrar o possível impacto, veja algumas projeções de preços baseadas nos modelos atuais:
- iPhone 16 (preço atual $799): poderia custar $1.142.
- iPhone 16 Pro Max (preço atual $1.599): poderia custar cerca de $2.300.
- iPhone 16e (modelo mais acessível, preço atual $599): poderia custar $856.
“Esperamos que a Apple adie grandes aumentos nos telefones até o outono [do hemisfério norte], quando o iPhone 17 for lançado, pois é assim que ela geralmente lida com aumentos de preços planejados”, disse o analista da Rosenblatt Securities.
Alternativas como Índia e Vietnã resolvem?
A Apple tem buscado diversificar sua produção, direcionando parte da fabricação de iPhones para a Índia e o Vietnã. A meta é transferir pelo menos 15% da produção global de iPhones para a Índia até 2025.
No entanto, essa mudança pode não isentar completamente a empresa das tarifas. Produtos importados da Índia já enfrentam uma tarifa de 27% nos EUA, enquanto os do Vietnã são taxados em 46%.
Mesmo com a diversificação, a China continua dominando a cadeia de fornecimento da Apple, tornando difícil evitar completamente o impacto das tarifas propostas.
Ainda não está claro se a Apple conseguiria obter alguma isenção tarifária. Caso contrário, a empresa pode enfrentar desafios significativos para vender iPhones nos Estados Unidos, o que poderia afetar sua competitividade no mercado doméstico.
Este conteúdo foi auxiliado por Inteligência Artificial, mas escrito e revisado por um humano.
Via Neowin