The Last of Us Part II Remastered chega ao PC sem DLSS 4, mas com desempenho estável

The Last of Us Part II Remastered chegou ao PC sem DLSS 4, mas com suporte a outras tecnologias e desempenho fluido. Saiba mais.
Atualizado há 17 horas
The Last of Us Part II Remastered chega ao PC sem DLSS 4, mas com desempenho estável
The Last of Us Part II Remastered chega ao PC com bom desempenho e novas tecnologias. (Imagem/Reprodução: Wccftech)
Resumo da notícia
    • The Last of Us Part II Remastered foi lançado para PC sem suporte ao DLSS 4, mas com outras tecnologias de upscaling.
    • O jogo oferece uma experiência estável e personalizável para jogadores de PC, com diversas opções gráficas.
    • Os jogadores podem esperar um desempenho fluido, mesmo sem o DLSS 4, graças ao suporte a outras tecnologias.
    • A ausência do DLSS 4 pode ser corrigida no futuro com atualizações, mantendo a expectativa dos fãs.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O lançamento de The Last of Us Part II Remastered para PC trouxe expectativas e algumas surpresas para os jogadores. A adaptação para a plataforma, resultado da colaboração entre a Naughty Dog, Nixxes Software e Iron Galaxy Studios, finalmente permite que os usuários de PC vivenciem a sequência da história de Joel e Ellie, que em breve será recontada na segunda temporada da série da HBO.

Detalhes Técnicos e Desempenho

Um dos pontos de maior interesse era o suporte a tecnologias de upscaling. The Last of Us Part II Remastered oferece suporte a NVIDIA DLSS Super Resolution (incluindo DLAA), AMD FidelityFX Super Resolution 3.1 (e AMD FSR 4) e Intel XeSS. No quesito latência, há suporte para NVIDIA Reflex em hardwares NVIDIA e AMD Anti-Lag 2 em hardwares AMD.

O jogo também suporta NVIDIA Frame Generation e AMD Frame Generation 3. Mas, para a decepção de alguns, o NVIDIA DLSS 4 (Super Resolution) com o novo modelo transformer e o Multi-Frame Generation não estão presentes nesta versão.

A ausência dessas tecnologias foi notada após a NVIDIA anunciar que ambas estariam no jogo, em uma postagem que acompanhava o lançamento do driver GeForce Game Ready. A empresa, inclusive, removeu a menção ao recurso do post original, e nem NVIDIA, nem Sony se pronunciaram sobre o caso. A expectativa é que o DLSS 4 com Multi-Frame Generation seja adicionado futuramente via patch.

Configurações Gráficas Ajustáveis

Para quem busca otimizar a experiência visual, The Last of Us Part II Remastered oferece uma variedade de configurações gráficas ajustáveis no PC:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

  • Nível de Detalhe
  • Qualidade da Textura
  • Filtragem da Textura
  • Qualidade da Sombra
  • Sombras do Espaço da Tela
  • Iluminação Baseada em Imagem
  • Iluminação Refletida
  • Oclusão Ambiental
  • Reflexos do Espaço da Tela
  • Qualidade dos Reflexos em Tempo Real
  • Reflexos das Sombras das Nuvens em Tempo Real
  • Dispersão Subsuperficial do Espaço da Tela
  • Qualidade da Refração
  • Profundidade de Campo
  • Qualidade da Profundidade de Campo
  • Qualidade do Motion Blur
  • Bloom
  • Densidade de Partículas
  • Qualidade dos Efeitos Volumétricos
  • Lens Flare

O jogo também inclui sliders para Intensidade do Motion Blur, Tremido da Câmera, Intensidade do Film Grain, Intensidade da Sujeira da Lente e Campo de Visão. A opção de ajustar o campo de visão é particularmente interessante, mesmo em um jogo de terceira pessoa.

Apesar da variedade de opções, a versão para PC não apresenta grandes novidades gráficas em relação à versão para PlayStation. Quase cinco anos se passaram desde o lançamento original no PlayStation 4, e o jogo demonstra sua idade em alguns momentos, especialmente em certos modelos dentro do jogo. As animações e o trabalho artístico ainda brilham com a definição aprimorada do PC, mas é evidente que não é um jogo feito neste ano.

Headroom para Melhorias e Desempenho

Considerando o hardware disponível atualmente, havia espaço para adicionar recursos como ray tracing. Em um PC equipado com a GeForce RTX 5090 Founder’s Edition da NVIDIA e o Ryzen 7 7800X3D da AMD, nem CPU nem GPU atingiram o uso máximo, tanto em termos de porcentagem quanto de temperatura. Com DLAA habilitado em resolução 4K e todas as configurações no máximo, o jogo rodou em média a 150 quadros por segundo, com um máximo de 185 e um mínimo de 119.

Ao testar a mesma área com DLSS Quality e DLSS Performance, o framerate médio subiu para 175 FPS e 190 FPS, respectivamente. Mesmo sem o modelo transformer, o DLSS Quality mantém uma ótima fidelidade de imagem, enquanto a diferença é perceptível no DLSS Performance. Em ambos os casos, o stuttering é mínimo, o que é crucial para um jogo cinematográfico como este.

Outras Características e Conteúdo

Assim como outros ports recentes da Sony para PC, o jogo suporta áudio espacial e todas as funcionalidades do controle DualSense, como feedback háptico e gatilhos adaptáveis, que aumentam a imersão do jogador. O jogo também utiliza o DirectStorage da Microsoft e suporta HDR e telas Ultrawide.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O conteúdo é praticamente o mesmo da versão de PS5 de The Last of Us Part II Remastered, com a adição de dois personagens (Bill e Marlene) e quatro novos mapas para o modo roguelike de sobrevivência ‘No Return’. Essas adições também estarão disponíveis para console.

O principal atrativo para os jogadores de PC é a oportunidade de experimentar a campanha da história. Muitos concordam que este é um dos melhores jogos já feitos no gênero, sendo imperdível para quem gostou do primeiro jogo. Sendo assim, é difícil não recomendá-lo, mesmo que seja um port direto, ainda que sem grandes problemas.

Para quem está planejando comprar ou montar um PC gamer, é importante estar atento aos preços da memória DDR5, já que há previsão de aumento nos valores. Além disso, é essencial verificar se a sua TV ou monitor Samsung já recebeu a atualização HDR10+ para Netflix, garantindo a melhor experiência visual possível. Para quem busca praticidade, a Intel descontinuará o aplicativo gratuito que conecta PCs e celulares no Windows 11, então vale buscar alternativas para essa funcionalidade.

Este conteúdo foi auxiliado por Inteligência Artificial, mas escrito e revisado por um humano.

Via WCCFTech

André atua como jornalista de tecnologia desde 2009 quando fundou o Tekimobile. Também trabalhou na implantação do portal Tudocelular.com no Brasil e já escreveu para outros portais como AndroidPIT e Techtudo. É formado em eletrônica e automação, trabalhando com tecnologia há 26 anos.