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- The Rogue of Prince of Persia marca o retorno da franquia após quase 15 anos, com mecânica roguelite e foco na persistência.
- Você pode aprender que a paciência e o aprimoramento contínuo são essenciais para avançar no jogo e na vida.
- O jogo impacta jogadores mostrando que cada tentativa é uma oportunidade de aprender e evoluir.
- A narrativa convida a refletir sobre a gestão do tempo e suas consequências, tanto no jogo quanto fora dele.
O retorno da franquia The Rogue of Prince of Persia tem gerado bastante conversa, especialmente após um longo hiato. Este novo título, desenvolvido pela Evil Empire em parceria com a Ubisoft, mergulha na mecânica roguelite, propondo uma reflexão sobre temas como persistência e o valor do tempo. Após quase 15 anos sem um novo jogo principal, os fãs agora têm a oportunidade de acompanhar as aventuras do Príncipe em uma nova perspectiva.
A saga Prince of Persia não costuma ter lançamentos constantes. Para muitos, a série ficou um pouco esquecida por um tempo. Antes deste, o último game significativo foi Prince of Persia The Lost Crown, que chegou em 2024. Isso significa que passaram quase 15 anos entre um grande lançamento e outro. Nesse período, tivemos até um filme inspirado na trilogia mais conhecida, The Sands of Time, mas a expectativa por novas histórias do príncipe diminuiu.
No entanto, essa espera de mais de uma década parece ter valido a pena. Com o sucesso de The Lost Crown e, agora, The Rogue of Prince of Persia, a franquia mostra que “dar tempo ao tempo” pode trazer resultados positivos. Os jogadores estão novamente empolgados com um príncipe guerreiro, capaz de saltos impressionantes e batalhas épicas pelo seu reino. É como se a série tivesse encontrado seu ritmo novamente, mostrando uma maestria que os fãs reconhecem.

O jogo, no entanto, vai além da simples aventura. Ele nos convida a pensar sobre o tempo de uma forma diferente. Assim como as areias controladas pelo príncipe em jogos passados, o tempo pode moldar nossas experiências e percepções.
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Novas Tentativas em The Rogue Prince of Persia
Jogos do gênero roguelite têm uma particularidade: a cada nova partida, você ganha experiência e aprende mais sobre o ambiente e os desafios. É um ciclo de tentativa e erro que te aprimora. Isso se reflete na famosa frase “quanto mais você joga, mais você aprende sobre o jogo”, que resume bem a essência desse tipo de experiência.
O jogo The Rogue of Prince of Persia se destaca justamente por essa dinâmica com o tempo. A própria estrutura roguelite faz com que o jogador entenda que o sucesso não virá na primeira tentativa. É preciso paciência, observação e muita prática para avançar. É um convite constante para aprimorar suas habilidades, o que torna cada morte uma oportunidade de aprendizado.
A cada nova incursão, o jogador descobre os melhores caminhos, quais habilidades funcionam em diferentes situações e os macetes que facilitam sua jornada. Esse processo de aprendizado contínuo pode ser comparado ao nosso dia a dia, onde nos aperfeiçoamos constantemente para lidar com os desafios e buscar uma evolução pessoal.
Nossa relação com o tempo, tanto nos jogos quanto na vida real, dita a qualidade de nossas experiências. Precisamos dedicar o tempo necessário para aprender com nossos erros e acertos, para crescer e nos desenvolver de forma saudável, e claro, para nos divertir com nossos joguinhos favoritos.
Tempo e Realidades Diferentes
No universo de The Rogue of Prince of Persia, o Príncipe, com sua origem abastada e recursos abundantes, se aventura além das muralhas da cidade protegida. Ele possui um artefato mágico que o permite retornar a um lugar seguro sempre que morre. Isso o leva a enfrentar inimigos e explorar novos territórios sem grandes preocupações, por vezes de maneira impulsiva, já que sua vida não está em risco permanente.
Em contraste, podemos pensar no personagem Aladdin, popular dos filmes da Disney. Ele também é um aventureiro, com características culturais e físicas que lembram o Príncipe. No entanto, Aladdin era um ladrão, e suas aventuras dentro e fora das muralhas da cidade eram motivadas pela sobrevivência, pela necessidade de conseguir comida e abrigo. Suas escolhas eram feitas sob uma pressão diferente.
Eventualmente, Aladdin se torna um príncipe, mas isso ocorre por meio de magia, com os desejos concedidos por um gênio. Ambos, Príncipe da Pérsia e Aladdin, são protagonistas com características similares, mas que usam a magia e o tempo de suas vidas para objetivos muito distintos. Essa diferença é diretamente ligada ao seu status social e às circunstâncias em que vivem.
Como Aproveitamos Nosso Tempo?
Na vida real, encontramos muitas pessoas que se assemelham a Aladdins e poucas que se parecem com Príncipes. Isso significa que nem todos têm o privilégio de simplesmente existir e se aventurar, explorando as maravilhas do mundo e estimulando a mente e o corpo. A falta de tempo, causada pelas obrigações diárias, é um fator determinante para muitos. Atualizar seu setup gamer é um luxo para alguns.
Trabalhar, pagar contas, lidar com o estresse, cuidar da família e outras incontáveis responsabilidades preenchem nossos dias. Enquanto isso, alguns “Príncipes” desfrutam das benesses que a vida oferece, fugindo das responsabilidades e vivendo de forma arriscada, ou até irresponsável. Essas atitudes podem acabar prejudicando pessoas importantes, um tema que é abordado em The Rogue of Prince of Persia.
Apesar de ter poucas falas, a narrativa de The Rogue of Prince of Persia mostra a evolução do protagonista. As consequências negativas de suas ações afetam seu reino e as pessoas queridas. Graças ao seu artefato mágico, ele ganha novas chances para corrigir seus erros e salvar a todos de uma invasão inimiga, um privilégio que nós, na vida real, não temos.
No nosso dia a dia, não podemos contar com um artefato mágico para voltar no tempo e consertar “erros”. Por isso, é importante refletir sobre como usamos nosso tempo, buscando viver mais aventuras e momentos de lazer, sem as preocupações que muitas vezes nos limitam. Talvez sonhemos em ter uma vida mais tranquila, como a de um Príncipe sem boletos.
Muitos de nós sonham em ter seus desejos realizados, como Aladdin. Batalhamos todos os dias, buscando sobreviver até que esse momento mágico, que talvez nunca chegue, se concretize. Mas, às vezes, tudo o que queremos é poder nos imaginar como o Príncipe da Pérsia, com um artefato mágico, tendo a chance de tentar novamente, errar, aprender e recomeçar, sem julgamentos ou danos permanentes. Porque, no final das contas, o tempo realmente não para.
Para mais detalhes técnicos sobre The Rogue of Prince of Persia, você pode conferir análises especializadas. O jogo já está disponível para PC, via Steam, e para os consoles Xbox Series S/X e PlayStation 5. Há planos para que ele chegue aos consoles da Nintendo em breve. Uma cópia da versão para Steam foi fornecida para a produção deste texto.
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