TJTO promove evento híbrido sobre aplicação prática da IA no Judiciário
O Judiciário tocantinense vai colocar a inteligência artificial no centro da rotina interna em um evento híbrido marcado para 6 de abril de 2026, às 14h. A programação reúne magistrados(as), servidores(as) e especialista
Resumo por IA
Resumo gerado por IA, revisado pela redação.

O Judiciário tocantinense vai colocar a inteligência artificial no centro da rotina interna em um evento híbrido marcado para 6 de abril de 2026, às 14h. A programação reúne magistrados(as), servidores(as) e especialistas para discutir o uso responsável da tecnologia e a transformação digital no Tribunal de Justiça do Tocantins.
Organizado pela Esmat, braço de formação do TJTO, o encontro foi anunciado como “Transformação Digital: Aplicação Prática da IA no Judiciário do Tocantins”. A atividade terá palestra de Wesley Vaz, do TCU, e debate sobre soluções tecnológicas desenvolvidas pelo próprio tribunal.
900 vagas para discutir IA no Judiciário: quem pode participar e como será o encontro
O evento não foi desenhado como atividade aberta ao público em geral. A oferta é de 900 vagas, divididas entre 300 presenciais e 600 online, com transmissão ao vivo para todas as comarcas do estado.
A inscrição será feita pelo portal da Esmat. A organização não informou cobrança para participação. No formato híbrido, a presença física deve ficar concentrada em um grupo menor, enquanto a maioria acompanhará à distância.
Quem entra presencialmente, quem acompanha de casa e onde fazer a inscrição
- 300 vagas presenciais
- 600 vagas online
- transmissão ao vivo para todas as comarcas
- inscrição no portal da Esmat
O que muda quando a IA entra na rotina de juízes e servidores
A pauta do encontro vai além da vitrine tecnológica. Segundo o tribunal, a discussão passa por transformação digital, aplicação prática de IA no Judiciário e soluções próprias da corte, com foco direto na rotina interna.
O recorte inclui três frentes: futuro do trabalho, liderança pública e prestação jurisdicional. Na prática, o tema entra na agenda como ferramenta de gestão e de atendimento, e não apenas como inovação de laboratório.
| Tema da discussão | O que o TJTO colocou na agenda |
| Transformação digital | Adaptação do Judiciário ao uso de novas ferramentas no dia a dia |
| IA aplicada | Uso responsável da inteligência artificial em atividades internas e jurisdicionais |
| Soluções do próprio tribunal | Debate sobre tecnologias desenvolvidas para a estrutura do TJTO |
| Palestra | Exposição de Wesley Vaz, do TCU |
Wesley Vaz é o convidado anunciado para a palestra principal. O TCU, onde atua, é o Tribunal de Contas da União, órgão federal de fiscalização do uso do dinheiro público.
O que entra na conversa: uso responsável, trabalho e atendimento à população
O tribunal quer discutir como a IA pode alterar o trabalho de magistrados(as) e servidores(as), com impacto também na forma de prestar serviço ao cidadão.
O evento foi formulado para tratar de uso responsável da tecnologia em um ambiente institucional, com debate sobre liderança pública e prestação jurisdicional, dois pontos que aparecem ligados ao funcionamento cotidiano da Justiça.
Por que esse tema saiu da teoria e virou treinamento oficial
A Esmat trata a atividade como um movimento de alinhamento interno. O objetivo é sensibilizar magistrados(as) e servidores(as) para o uso responsável da inteligência artificial no Judiciário tocantinense, em um momento em que a digitalização já não é mais pauta de futuro.
O evento institucional indica que o tribunal quer uniformizar o entendimento dentro da própria estrutura, em vez de deixar o tema disperso entre setores e unidades. A transmissão para todas as comarcas reforça esse alcance interno.
- evento promovido pela Esmat
- foco em capacitação institucional
- participação de magistrados(as) e servidores(as)
- tema central: uso responsável da IA
- debate sobre transformação digital no TJTO
- transmissão ao vivo para todas as comarcas
Em abril de 2026, a inteligência artificial entra na agenda oficial do Judiciário tocantinense com formato híbrido, vagas limitadas e foco declarado na rotina de trabalho. A leitura do tribunal é clara: a discussão deixou a abstração e passou a integrar a formação de quem opera o sistema de Justiça.



