Vivo projeta impacto positivo da reforma tributária na desoneração de dispositivos

A Vivo acredita que a reforma tributária pode reduzir impostos sobre dispositivos, beneficiando o setor e os consumidores.
Atualizado há 4 horas
Tributação de dispositivos

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A expectativa em torno da reforma tributária é alta, especialmente no que se refere à **tributação de dispositivos** digitais. O CEO da Vivo, Christian Gebara, ressaltou que a acessibilidade a esses dispositivos é crucial para a inclusão digital. Para ele, a cobertura, o acesso a dispositivos e o letramento digital são pilares fundamentais para garantir que a população esteja conectada e apta a utilizar os recursos digitais disponíveis.

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A importância da tributação de dispositivos para a inclusão digital

Gebara argumenta que a inclusão digital depende de três fatores essenciais: cobertura de rede, acesso a dispositivos e letramento digital. Ele acredita que a Vivo está cumprindo seu papel na cobertura, com 504 cidades já atendidas pelo sinal 5G. No entanto, o acesso aos dispositivos ainda enfrenta barreiras, principalmente devido à carga tributária.

No último trimestre do ano passado, 92% dos smartphones vendidos pela Vivo eram 5G. O modelo mais acessível custa R$ 1.079, um valor que vem diminuindo com o tempo devido ao aumento da escala de produção e à eficiência dos fabricantes. No entanto, Gebara acredita que esse preço poderia ser ainda menor se houvesse uma redução nos impostos sobre a fabricação desses aparelhos. Atualmente, cerca de 20% da base móvel da Vivo utiliza a tecnologia 5G, com uma penetração superior a 30% entre os clientes pós-pagos.

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Receitas da Vivo com a venda de aparelhos e serviços

No quarto trimestre, a receita da Vivo com a venda de aparelhos aumentou 13%, passando de R$ 1,04 bilhão para R$ 1,18 bilhão em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse crescimento demonstra a demanda contínua por dispositivos móveis, impulsionada pela busca por tecnologia 5G e pela necessidade de acesso à internet de alta velocidade.

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Desde o terceiro trimestre de 2024, a Vivo adotou uma nova métrica para avaliar o faturamento por cliente: a receita média mensal por CPF, que engloba todos os serviços e produtos da empresa consumidos por cada pessoa, sejam eles fixos ou móveis. No ano passado, esse valor foi de R$ 62,3, indicando um aumento no consumo de serviços e produtos da operadora. Para saber mais sobre planos de telefonia, você pode conferir os acordos da Apple para liberar o iPhone 16.

A receita com serviços móveis da Vivo cresceu 8,4% em 2024, totalizando R$ 36,7 bilhões. Esse aumento foi impulsionado principalmente pelo crescimento de 10,1% no faturamento com planos pós-pagos, que alcançou R$ 33,2 bilhões. Um dos fatores-chave para esse crescimento foi a migração de clientes de planos pré-pagos para planos controle. A base de clientes pós-pagos aumentou de 62 milhões para 66 milhões em um ano, enquanto a base de clientes pré-pagos diminuiu de 37 milhões para 36 milhões no mesmo período.

O impacto da reforma tributária nos dispositivos

A discussão sobre a reforma tributária e a **tributação de dispositivos** é de extrema importância para o futuro da inclusão digital no Brasil. A redução da carga tributária sobre os aparelhos pode torná-los mais acessíveis à população, permitindo que mais pessoas tenham acesso à internet e aos serviços digitais. Além disso, o letramento digital é fundamental para que a população possa utilizar esses recursos de forma eficiente e segura.

A Vivo tem investido na expansão da sua rede 5G, mas o acesso aos dispositivos ainda é um desafio. A empresa espera que a reforma tributária leve em consideração o papel dos dispositivos como habilitadores da inclusão digital, promovendo um ambiente mais favorável para o acesso à tecnologia e à conectividade. E você, já sabe qual marca de Android oferecerá uma assinatura grátis do Gemini Advanced?

A receita da Vivo com a venda de aparelhos e serviços móveis demonstra o potencial do mercado brasileiro de telecomunicações. Com a combinação de investimentos em infraestrutura, preços mais acessíveis e programas de letramento digital, o Brasil pode avançar significativamente na inclusão digital, garantindo que todos tenham a oportunidade de se beneficiar das tecnologias e serviços disponíveis.

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Primeira: Este conteúdo foi auxiliado por Inteligência Artificiado, mas escrito e revisado por um humano.
Segunda: Via Mobile Time

André atua como jornalista de tecnologia desde 2009 quando fundou o Tekimobile. Também trabalhou na implantação do portal Tudocelular.com no Brasil e já escreveu para outros portais como AndroidPIT e Techtudo. É formado em eletrônica e automação, trabalhando com tecnologia há 26 anos.