Philco HIT Max: unboxing e primeiras impressões
O Philco HIT Max é o mais caro membro da família de smartphones HIT da brasileira Philco. Quando comparado com o primeiro modelo lançado há alguns meses, o HIT, ele ganhou melhorias estéticas e pontuais no hardware que,
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Resumo gerado por IA, revisado pela redação.

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O Philco HIT Max é o mais caro membro da família de smartphones HIT da brasileira Philco. Quando comparado com o primeiro modelo lançado há alguns meses, o HIT, ele ganhou melhorias estéticas e pontuais no hardware que, já deram uma nova cara ao smartphone. O HIT Max evolui em comparação ao HIT, já em comparação com o HIT Plus, a única diferença é no armazenamento interno; enquanto ele tem 128 GB, o Plus tem 64 GB, o que não justifica a diferença de R$ 500 entre eles.
Design
Como dissemos, o design dele mudou em relação ao primeiro modelo, para melhor. Ele mantém um design de plástico mas com um acabamento traseiro que imita aço escovado muito bonito e que ajuda na empunhadura. O Hit Max está disponível nas cores preto, Space Gray (cinza) e Rose Gold (rosa). O leitor de digitais fica bem posicionado na traseira, em uma posição facilmente acessível até por mãos menores. Além disso, o aparelho é leve e fino para esse patamar de preço, mostrando ser muito bem construído.Tela
A tela aumentou para 6 polegadas que aproveita muito bem a parte frontal. O notch em forma de gota ajuda bastante. As bordas não são das mais estreitas, mas não atrapalham, sendo a inferior maior que a superior. A resolução é HD+, mas não atrapalhou no uso diário, já que ela não é tão grande. O maior ponto negativo é que a tela lembra aparelhos de alguns anos atrás, onde parece ser um pouco áspera que no começo incomoda o uso, parecendo ter uma sensibilidade inferior a de aparelhos de outras marcas, porém, como o tempo se acostuma. Um detalhe sobre o notch é que o software do aparelho não está totalmente preparado para ele. Muitas telas do sistema colocam automaticamente a faixa preta no local onde fica o notch, anulando o aproveitamento.Hardware
Ele tem o mesmo processador que os outros dois modelos, o da pouca conhecida fabricante de chips - pelo menos no Brasil - Unisoc. O modelo desse chip é o SC9863A. É um chip de entrada com oito núcleos de 1,6 GHz; ele compete com os processadores da linha 400 da Qualcom mais fracos, como Snapdragon 439 e, principalmente, com o Mediatek Helio P22. Completam as especificações 4 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento. A bateria é de 4.000 mAh. No geral, ele se comportou bem. Graças ao sistema mais leve e sem modificações, ele conseguiu na maior parte do tempo não ter travamentos. Roda a maioria dos jogos - com redução nos frames, obviamente. A bateria dura um dia todo sem problemas. O problema fica por conta da lentidão para carregar. São praticamente 3 horas de carga. O leito biométrico é bom. Não é dos mais rápidos, porém raramente falha.Software e interface
Como dito acima, ele tem um sistema bem leve. Além disso, está atualizado: ele já vem rodando o Android 10. A única modificação na interface frente ao Android puro, é a escolha por ícones quadrados, péssima escolha por sinal. Não há nenhum aplicativo pré-instalado nele, tudo rápido e intuitivo como todo Android mais puxado para a versão stock.Câmeras
As câmeras são básicas. Ele possui duas câmeras de 12 MP, que ainda não descobri a real função da segunda. Ele só produz um tipo de foto; não tem opção de fotos ultra angulares ou de Zoom. Ele tem o efeito desfoque, creio que essa seja a função dessa lente. No review iremos detalhar mais isso e descobrir mais sobre os sensores. As fotos durante o dia ficam satisfatórias para a faixa de preço. O modo de desfoque de fundo, por incrível que pareça, funciona bem. Você consegue simular na tela a abertura da câmera, aumentando o nível de desfoque em tempo real, sem precisar esperar o processamento. Confesso que gostei. Ela tem dois modos no app: um modo noturno que dá aquela aumentada no ISO e outro chamado Explosão; onde tira 30 fotos ao mesmo tempo, onde você escolhe a melhor depois.Philco Hit Max é bom? Vale a pena?
Essas foram nossas primeiras impressões, porém, no geral, o smartphone é competente para o segmento de entrada. Ele foi anunciado por R$ 1.499, porém já é encontrado na faixa dos R$ 1.200. Nesse preço, há opções da linha Motorola mais interessantes, principalmente modelos mais antigos. Mas esse preço deve ter reduções nos próximos meses, dai ele será uma boa opção.Philco Hit Plus – ficha técnica
- Tela: 6 polegadas, HD+, IPS
- Processador: octa-core A55, 1,6 GHz + 1,2 GHz
- RAM: 4 GB
- Armazenamento interno: 64 GB + microSD de até 128 GB
- Câmera frontal: 8 megapixels
- Câmeras traseiras: 12 megapixels + 12 megapixels
- Bateria: 4.000 mAh
- Conectividade: Wi-Fi, Bluetooth 4.2
- Android: 10
- Mais: leitor de impressões digitais e reconhecimento facial
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