Melhores filmes de terror da Netflix para assistir hoje
Os 25 melhores filmes de terror da Netflix, do clássico O Silêncio dos Inocentes ao Frankenstein de Del Toro — com nota, direção e por que cada um vale o play.
Resumo por IA
Resumo gerado por IA, revisado pela redação.

Dá para achar terror bom na Netflix sem garimpar por meia hora: o catálogo tem clássicos como O Silêncio dos Inocentes e Drácula de Bram Stoker, marcos modernos como Hereditário, A Bruxa e O Poço, e estreias de peso como o Frankenstein de Guillermo del Toro. Abaixo estão 25 filmes que valem o play, separados por tipo de medo — porque quem quer tensão psicológica não quer a mesma coisa que quem quer susto sobrenatural.
Adicione ao Google NotíciasOs melhores em resumo
| Filme | Ano | Tipo de medo | Por que ver |
|---|---|---|---|
| Hereditário | 2018 | Psicológico | 90% no Rotten Tomatoes; o terror mais aclamado da lista |
| O Mal que Nos Habita | 2023 | Sobrenatural | 96% no RT; possessão argentina, brutal |
| A Bruxa | 2016 | Psicológico de época | 91% no RT; estreia de Anya Taylor-Joy |
| O Poço | 2019 | Distopia claustrofóbica | Alegoria social que virou fenômeno |
| Frankenstein | 2025 | Terror gótico | Del Toro com Oscar Isaac e Jacob Elordi |
| Invasão Zumbi | 2016 | Ação e sobrevivência | O melhor filme de zumbi da última década |
Terror psicológico: quando o medo vem da cabeça
Aqui o susto não é o ponto. A tensão se constrói pela narrativa, pela paranoia e pelo que você imagina que está prestes a acontecer.
Hereditário (2018)
O trabalho de Ari Aster com a produtora A24 acompanha a família Graham depois da morte da matriarca. Durante o luto, presenças malignas e eventos sinistros tomam a casa. Toni Collette entrega a atuação que deveria ter lhe rendido uma indicação ao Oscar. Tem 7.3 no IMDb e 90% de aprovação no Rotten Tomatoes — é o consenso de crítica mais forte desta lista.
A Bruxa (2016)
Século XVII, Nova Inglaterra puritana. Quando o recém-nascido de uma família some, a filha mais velha passa a ser acusada de bruxaria pelos próprios pais. Foi este filme de Robert Eggers que lançou Anya Taylor-Joy. Nota 7.0 no IMDb e 91% no RT. Aviso: o ritmo é lento e o inglês é arcaico — é terror de atmosfera, não de sobressalto.
Fuja (2020)
Chloe passa anos isolada acreditando ter uma condição clínica grave. Até descobrir que a mãe esconde algo que muda tudo. Dirigido por Aneesh Chaganty, com Sarah Paulson e Kiera Allen (1h29). 6.7 no IMDb, 89% no RT. Dos mais acessíveis daqui: prende sem exigir estômago forte.
Nós (2019)
O segundo filme de Jordan Peele depois de Corra!. Uma família em férias é confrontada por versões idênticas e hostis de si mesma. Com Lupita Nyong'o, Winston Duke e Elisabeth Moss (1h56). Funciona nas duas camadas: como terror puro e como leitura social.
Cam (2018)
Alice trabalha com webcam e descobre que sua conta foi tomada por uma garota idêntica a ela. Direção de Daniel Goldhaber, com Madeline Brewer. A nota do público é morna (5.9 no IMDb), mas a crítica aprovou em peso — 93% no RT. Terror de internet que envelheceu bem.
1922 (2017)
Adaptação de Stephen King dirigida por Zak Hilditch. Um fazendeiro decide matar a esposa pelo seguro de vida e passa a ser assombrado pela consequência. Thomas Jane carrega o filme. 6.2 no IMDb, 92% no RT — outra discrepância entre público e crítica que vale conferir por conta própria.
Velvet Buzzsaw (2019)
Terror satírico ambientado no mercado de arte contemporânea de Los Angeles: as obras de um artista morto começam a cobrar caro de quem tenta lucrar com elas. Não é o mais assustador da lista, mas é o mais debochado.
Sobrenatural: possessão, entidade e casa mal-assombrada

O Mal que Nos Habita (2023)
Argentino, dirigido por Demián Rugna. Dois irmãos encontram um corpo mutilado perto da fazenda e descobrem que a vítima está infectada pelo próprio diabo. Com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes e 6.9 no IMDb, é o terror latino-americano mais bem avaliado disponível hoje. Não poupa ninguém — nem crianças nem animais. Se você tem limite para violência gráfica, este passa dele.
Espíritos – A Morte Está ao Seu Lado (2004)
Clássico tailandês de Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom. Um casal atropela uma jovem ao voltar de uma festa; depois disso, sombras começam a aparecer nas fotos e os amigos morrem um a um. É a raiz de uma leva inteira de terror asiático — e ainda funciona.
A Visita (2015)
M. Night Shyamalan em modo found footage. Dois irmãos visitam avós que mal conhecem e percebem que o comportamento dos velhos fica estranho depois das 21h30. Com Olivia DeJonge, Ed Oxenbould e Deanna Dunagan (1h34). Mistura humor e desconforto de um jeito que quase ninguém acerta.
O Exorcista do Papa (2023)
Russell Crowe como o padre Gabriele Amorth, exorcista-chefe do Vaticano, investigando a possessão de um menino na Espanha. Direção de Julius Avery (1h43). Não reinventa nada, mas Crowe se diverte tanto no papel que o filme se sustenta.
Os Observadores (2024)
Dirigido por Ishana Shyamalan (filha de M. Night), com Dakota Fanning. Mina se perde numa floresta na Irlanda e acaba presa num abrigo onde criaturas observam os humanos todas as noites (1h42). Divide opiniões — mas a premissa é das mais originais dos últimos anos.
Clássicos que seguem valendo a maratona
O Silêncio dos Inocentes (1991)
Anthony Hopkins e Jodie Foster na direção de Jonathan Demme (1h58). A agente do FBI que precisa da ajuda de um canibal para pegar outro assassino. Levou os cinco Oscars principais — feito que só três filmes na história conseguiram. Se você nunca viu, comece por aqui.
Drácula de Bram Stoker (1992)
Francis Ford Coppola adaptando o romance com Gary Oldman, Winona Ryder e Keanu Reeves. O conde que, séculos após perder a amada, se apaixona pela noiva do próprio advogado. O visual é todo prático, sem CGI — e é justamente por isso que continua bonito.
A Bruxa de Blair (1999)
O filme que transformou found footage em gênero. Três estudantes de cinema entram numa floresta para documentar a lenda da Bruxa de Blair e não voltam. Abriu caminho para Atividade Paranormal (2007), REC (2007) e Cloverfield (2008). Assista sabendo que o terror aqui é do que você não vê.
Sobrevivência, distopia e apocalipse
O Poço (2019)
Uma prisão vertical onde a comida desce por uma plataforma: quem está em cima come demais, quem está embaixo fica com as sobras. Direção de Galder Gaztelu-Urrutia, com Iván Massagué e Zorion Eguileor (1h34). 7.0 no IMDb e 81% no RT. A alegoria sobre desigualdade é literal demais para ser sutil, mas o filme é impossível de esquecer.
Invasão Zumbi (2016)
Um pai e uma filha num trem tentando escapar de um apocalipse zumbi que toma a Coreia do Sul. É o grande expoente do terror coreano da última década e — apesar do gênero saturado — consegue ser genuinamente emocionante no terceiro ato.
Uma Noite de Crime (2013)
Nos EUA do Expurgo, todo crime é legal por 12 horas. Uma família rica vira alvo. Dirigido por James DeMonaco, com Ethan Hawke e Lena Headey. Aviso honesto: a crítica detonou (41% no RT, 5.7 no IMDb). Entra na lista porque a premissa rende e virou franquia — não porque é um bom filme.
Noite de Lobos (2020)
Inverno no Alasca, um menino encontrado morto na neve. As autoridades culpam uma matilha; um biólogo desconfia de outra coisa. Com Jeffrey Wright e Alexander Skarsgård, direção de Jeremy Saulnier. Notas medianas (5.6 no IMDb, 68% no RT), mas a fotografia e o clima de isolamento compensam.
Estreias recentes que valem o play
Frankenstein (2025)
A releitura de Guillermo del Toro, com Oscar Isaac como Victor Frankenstein, Jacob Elordi como a criatura e Mia Goth no elenco (2h30). Foi indicado ao Oscar. É mais tragédia gótica do que terror de susto — quem espera sobressalto vai se frustrar; quem quer beleza mórbida acerta em cheio.
Abigail (2024)
Uma gangue sequestra a herdeira de 12 anos de um milionário e descobre, tarde demais, que a refém é uma vampira. Com Melissa Barrera, Dan Stevens e Alisha Weir. Terror com humor e muito sangue — funciona melhor em grupo.
O Homem Invisível (2020)
Releitura do clássico de H.G. Wells dirigida por Leigh Whannell (roteirista de Jogos Mortais). Elisabeth Moss é Cecilia, perseguida pelo ex-namorado abusivo que descobre como ficar invisível. O filme trata violência doméstica com uma seriedade rara no gênero.
Heart Eyes – Terror à Primeira Vista (2025)
Um serial killer que caça casais apaixonados, e duas vítimas que são apenas colegas de trabalho presas juntas no Dia dos Namorados. Slasher com comédia romântica — mistura improvável que dá certo.
Lar dos Esquecidos (2022)
Ella volta com a família à cidade isolada onde cresceu para o casamento da irmã. Uma tempestade começa e um grupo de moradores idosos invade a festa atacando os convidados. Com Melika Foroutan. Terror alemão, seco e desconfortável.
Jaula (2021)
Espanhol, dirigido por Ignacio Tatay, com Elena Anaya (1h46). Um casal encontra uma menina sozinha na estrada que se recusa a sair de um círculo desenhado no chão. A construção do mistério é o ponto alto.
Como achar mais terror bom no catálogo
A lista de "Em alta" quase nunca mostra o melhor do gênero — ela mostra o que a Netflix está promovendo. Três hábitos que rendem mais:
- Filtre por subgênero, não por "Terror". Na busca, procure diretamente por "terror psicológico", "terror sobrenatural" ou "terror coreano". A Netflix tem categorias específicas que não aparecem na navegação normal.
- Use o nome do diretor como filtro. Buscar por "Ari Aster", "Robert Eggers", "Jordan Peele" ou "Guillermo del Toro" costuma revelar títulos que a home nunca te mostraria.
- Avalie com 👍 e 👎 sempre. É o único sinal que ajusta a recomendação de verdade. Terror é um gênero em que o algoritmo erra muito no começo — dar nota em uns 10 filmes muda bastante o que aparece depois.
Vale lembrar que o catálogo muda todo mês: títulos entram e saem por contrato. Se um filme da lista sumiu, provavelmente migrou para outro streaming.
Perguntas frequentes
Qual é o melhor filme de terror da Netflix hoje?
Pelo consenso da crítica, O Mal que Nos Habita (96% no Rotten Tomatoes) e Hereditário (90%) lideram. Se o critério for equilíbrio entre crítica e público, Hereditário e A Bruxa são as escolhas mais seguras.
Qual filme de terror da Netflix é o mais assustador?
Hereditário costuma ser citado como o mais perturbador pelo desconforto que deixa depois. Para susto imediato e violência gráfica, O Mal que Nos Habita. Para tensão sem sangue, A Visita ou A Bruxa de Blair.
Tem filme de terror bom na Netflix para quem não aguenta muito susto?
Tem. Fuja é suspense mais do que terror. Velvet Buzzsaw aposta na sátira. Frankenstein é tragédia gótica, com pouquíssimo sobressalto. E O Silêncio dos Inocentes assusta pelo psicológico, não por jump scare.
Os filmes desta lista saem do catálogo?
Sim. Produções licenciadas de outros estúdios têm contrato com prazo e saem sem aviso. Os originais da Netflix — como 1922, O Poço, Fuja e Frankenstein — tendem a ficar por muito mais tempo.
Qual o melhor filme de terror internacional da Netflix?
O Mal que Nos Habita (Argentina) e Invasão Zumbi (Coreia do Sul) são os mais fortes. Espíritos – A Morte Está ao Seu Lado (Tailândia) é o clássico do terror asiático, e Jaula (Espanha) é a melhor aposta europeia recente.


