O MSN Messenger acabou porque a Microsoft decidiu concentrar tudo no Skype, que ela havia comprado em 2011 por 8,5 bilhões de dólares. Em 11 de janeiro de 2013, a empresa anunciou que o serviço seria aposentado globalmente, e em abril daquele ano a integração foi concluída: quem usava o Messenger passou a fazer login no Skype com a mesma conta, mantendo a lista de contatos.

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Neste artigo
  1. A decisão de negócio por trás do fim
  2. A linha do tempo exata
  3. Por que a China ficou de fora do anúncio inicial
  4. O que sobreviveu dessa história
  5. O legado que ainda aparece
  6. Perguntas frequentes

A decisão de negócio por trás do fim

Manter dois aplicativos de mensagem fazendo a mesma coisa não fazia sentido para a Microsoft depois da compra do Skype. O Skype já vinha crescendo como padrão de chamada de voz e vídeo pela internet, e teria as mesmas funções de texto do Messenger, mais chamada — juntar os dois num só produto era mais eficiente do que manter as duas equipes e bases de usuário separadas.

A linha do tempo exata

  • 11 de janeiro de 2013 — Microsoft anuncia a aposentadoria do Messenger, exceto na China continental.

  • Abril de 2013 — a integração ao Skype é concluída globalmente; contas migram automaticamente.

  • 31 de outubro de 2014 — o serviço para de funcionar também na China, o último lugar onde ainda operava.

Se você usava o MSN Messenger na época e nunca reparou numa "migração" chamativa, é porque a Microsoft desenhou a transição para ser praticamente invisível: o próprio aplicativo do Skype passou a rodar sobre a infraestrutura que antes pertencia ao Messenger, então os contatos simplesmente apareceram lá.

Por que a China ficou de fora do anúncio inicial

O mercado chinês tinha uma base de usuários e parcerias comerciais específicas que a Microsoft optou por manter funcionando por mais tempo, dando um prazo maior de transição antes do encerramento definitivo por lá, quase dois anos depois do resto do mundo.

Ilustração de uma linha do tempo com três marcos

O que sobreviveu dessa história

A conta usada no MSN Messenger — vinculada a um endereço @hotmail.com, @msn.com ou @live.com — continua existindo hoje, só que como conta Microsoft, usada para Outlook.com, Skype, Xbox e outros serviços da empresa. O mensageiro em si é que não existe mais; a identidade digital por trás dele seguiu adiante.

O legado que ainda aparece

Recursos e vícios de linguagem que o MSN Messenger popularizou — o "nudge" (chamar atenção fazendo a janela vibrar), o status de disponibilidade, o "está digitando..." — se tornaram padrão em praticamente todo aplicativo de mensagem que veio depois. A ferramenta acabou, mas moldou o formato que usamos até hoje.

O MSN Messenger acabou por decisão de negócio, para consolidar tudo no Skype recém-comprado. O anúncio foi em janeiro de 2013, a migração terminou em abril, e a China seguiu funcionando até outubro de 2014.

Perguntas frequentes

Por que o MSN Messenger acabou?

Porque a Microsoft decidiu consolidar a comunicação instantânea no Skype, que havia comprado em 2011. Manter os dois serviços fazendo a mesma coisa não fazia sentido, e a integração foi anunciada em janeiro de 2013.

Quando o MSN Messenger foi desligado de vez?

A integração ao Skype foi concluída globalmente em abril de 2013. Na China, onde o serviço continuou funcionando por mais tempo, o encerramento definitivo aconteceu em 31 de outubro de 2014.

Minha conta do MSN Messenger ainda existe?

O aplicativo não existe mais, mas a conta vinculada a ela — geralmente um e-mail @hotmail.com, @msn.com ou @live.com — segue existindo como conta Microsoft, usada hoje em Outlook.com, Skype e outros serviços da empresa.

O Skype é o sucessor oficial do MSN Messenger?

Sim, foi indicado pela própria Microsoft como sucessor direto, recebendo os contatos e a base de usuários do Messenger durante a migração de 2013.