Dorsal Mesoatlântica: A incrível cordilheira submersa

Conheça a Dorsal Mesoatlântica, uma cordilheira submarina que influencia o nosso planeta.
Publicado dia 1/05/2025
Dorsal Mesoatlântica: A incrível cordilheira submersa
A Dorsal Mesoatlântica: uma cordilheira submarina que molda nosso planeta. (Imagem/Reprodução: Tecmundo)
Resumo da notícia
    • A Dorsal Mesoatlântica é a maior cordilheira submarina, com 16 mil quilômetros de extensão.
    • Você vai entender como ela afeta a atividade tectônica e sísmica do planeta.
    • Essas montanhas profundas revelam segredos sobre a formação da crosta terrestre.
    • As erupções e terremotos nesta área têm consequências diretas para a segurança global.

Você sabia que, além das montanhas que vemos por aí, a Terra também tem umas “montanhas” gigantescas debaixo d’água? Estamos falando das cordilheiras submarinas, e a maior delas é a Dorsal Mesoatlântica. Essa supercordilheira se estende por cerca de 16 mil quilômetros e tem um papel importante em várias características do nosso planeta. Vamos descobrir mais sobre ela?

O que é a Dorsal Mesoatlântica?

A Dorsal Mesoatlântica é uma imensa cadeia de montanhas subaquáticas, com mais de 90% do sistema de dorsais meso-oceânicas totalmente submerso. Além de montanhas, essa região também tem vulcões ativos, que se estendem desde o Ártico até o sul da África. Essas dorsais ficam, em média, a uns 2.500 metros de profundidade.

Uma característica importante da Dorsal Mesoatlântica é que ela marca o limite entre placas tectônicas divergentes. Ou seja, é ali que as placas se separam, a uma velocidade de 2 a 10 centímetros por ano. Conforme elas se afastam, o magma do interior da Terra sobe pelas rachaduras e vira nova crosta oceânica. Parte desse magma pode até formar vulcões submarinos ao longo da dorsal.

Um exemplo impressionante disso aconteceu em 1783, quando esse processo fez a lava chegar à superfície na Islândia. Além da destruição, essa erupção causou a morte de mais de 10 mil pessoas. A enciclopédia Britannica descreve a Dorsal Mesoatlântica como “uma dorsal de expansão lenta”, com um vale de 80 a 120 quilômetros de largura no topo.

Essas cordilheiras também registram terremotos, causados tanto pelo rompimento da crosta recém-formada quanto pelas erupções vulcânicas. A ciência já entende bastante sobre esse sistema, mas ainda há muitos mistérios a serem desvendados. Atualmente, várias expedições exploram os oceanos Atlântico e Pacífico para estudar melhor essas e outras cordilheiras submarinas, como a Dorsal do Pacífico Leste.

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A Importância da Dorsal Mesoatlântica

Os mapas mais precisos da região mesoatlântica começaram a surgir nas últimas décadas, mas a comunidade científica ainda precisa de muitos estudos para entender completamente suas características. É importante lembrar que o oceano Atlântico está se expandindo gradativamente, um processo que está sendo estudado de perto pelos cientistas.

A Dorsal Mesoatlântica tem um papel crucial na dinâmica das placas tectônicas, influenciando a atividade sísmica e o vulcanismo. Além disso, ela contribui para a redistribuição do calor do interior da Terra para os oceanos. Em resumo, essa cordilheira submarina é importantíssima para o funcionamento do nosso planeta.

Para você ter uma ideia, a enciclopédia Britannica descreve a Dorsal Mesoatlântica como “uma imensa cadeia de montanhas que se estende por cerca de 16.000 km, seguindo um trajeto curvo desde o Oceano Ártico até próximo ao extremo sul da África”, situada a igual distância dos continentes em cada lado.

Sob os oceanos, as dorsais marcam os pontos onde as placas se afastam e o magma cria novas crostas oceânicas. Mas existem outros mistérios escondidos nessas regiões. Quer saber mais? Que tal entender como a zona de subducção formaria um “Anel de Fogo” que pode engolir o Oceano Atlântico?

Este conteúdo foi auxiliado por Inteligência Artificial, mas escrito e revisado por um humano.
Via TecMundo

André atua como jornalista de tecnologia desde 2009 quando fundou o Tekimobile. Também trabalhou na implantação do portal Tudocelular.com no Brasil e já escreveu para outros portais como AndroidPIT e Techtudo. É formado em eletrônica e automação, trabalhando com tecnologia há 26 anos.