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Celulares Xiaomi em oferta: opções custo-benefício para 2026

Veja celulares Xiaomi e rivais em promoção, compare ficha técnica, câmeras, bateria e preços para escolher o melhor custo-benefício em 2026.

5 produtos3 min

Promoções de celular aparecem toda hora, mas achar um modelo que realmente valha o dinheiro é outra história. Na faixa da Xiaomi e concorrentes diretos, uma diferença pequena de preço pode significar mais armazenamento, tela muito melhor ou um processador que não vai te deixar na mão em dois anos. A ideia aqui é justamente essa: juntar alguns modelos que costumam aparecer em oferta e explicar, na prática, para quem cada um faz sentido.

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  1. 1Melhor escolha
    Xiaomi Redmi Note 15
    Melhor custo-benefícioXiaomi Redmi Note 15

    Para quem quer um intermediário equilibrado, com boa tela, desempenho folgado e bateria para o dia todo sem gastar como

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  2. 2
    Xiaomi Redmi 15C
    Mais baratoXiaomi Redmi 15C

    Para quem quer gastar o mínimo possível num Xiaomi recente para uso básico, focado em redes sociais, WhatsApp e tarefas

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  3. 3
    Infinix Smart 10
    Mais baratoInfinix Smart 10

    Para quem quer o smartphone mais em conta possível para tarefas básicas, sem foco em jogos ou fotografia avançada.

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  4. 4
    Samsung Galaxy A17 128GB
    BateriaSamsung Galaxy A17 128GB

    Para quem prefere a segurança do ecossistema Samsung, com bateria forte e promessa de atualizações mais organizadas.

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  5. 5
    Motorola Edge 70 5G
    Top de linhaMotorola Edge 70 5G

    Para quem quer um aparelho bem mais potente, com 5G, bom pacote de câmeras e tela superior, mas ainda liga para promoçõe

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1
Melhor custo-benefício

Xiaomi Redmi Note 15

Xiaomi Redmi Note 15

Prós

  • Tela AMOLED de 120 Hz com bom brilho para uso externo
  • Processador intermediário recente que segura bem jogos e multitarefa
  • Bateria grande com carregamento rápido acima da média
  • Câmera principal competente em fotos diurnas e redes sociais

Contras

  • Câmeras secundárias simples, com ultra-wide apenas razoável
  • Interface MIUI/HyperOS vem com bastante app pré-instalado
  • Atualizações Android menos previsíveis que em marcas como Samsung e Google

O Xiaomi Redmi Note 15 é aquele típico intermediário que entrega muito por um preço ainda acessível, especialmente quando aparece em promoção. A combinação de tela AMOLED com taxa de 120 Hz faz diferença no uso diário, tanto em fluidez de rolagem quanto em conforto visual, e o brilho é suficiente para enxergar bem mesmo na rua. O processador intermediário recente dá conta de redes sociais, estudos, navegação e até jogos populares com gráficos em médio/alto, desde que você não espere desempenho de flagship em títulos muito pesados. A bateria generosa aguenta o dia inteiro com folga em uso misto, e o carregamento rápido reduz bastante o tempo na tomada.

Nas câmeras, o Redmi Note 15 se destaca mais na lente principal: durante o dia ele gera fotos nítidas, com cores agradáveis e alcance dinâmico ok para quem quer postar direto no Instagram ou WhatsApp. À noite, depende bastante do modo noturno e da mão firme do usuário, mas ainda entrega resultados usáveis para a faixa de preço. As lentes auxiliares (ultra-wide e macro, quando presentes) são mais modestas, servem para quebrar galho e experimentar ângulos diferentes, mas não vão impressionar. O principal ponto de atenção é a quantidade de bloatware e o ritmo de atualizações da Xiaomi, que não é tão organizado quanto o da Samsung, por exemplo. Se isso não é um problema para você, o Note 15 é um ótimo custo-benefício para ficar alguns anos sem sentir o celular engasgar.

2
Mais barato

Xiaomi Redmi 15C

Xiaomi Redmi 15C

Prós

  • Preço bem mais baixo que outros modelos da linha Redmi
  • Bateria grande que costuma render um dia e meio em uso leve
  • Tela grande, confortável para leitura e vídeos casuais
  • Slot para cartão microSD, ampliando o armazenamento barato

Contras

  • Processador de entrada, mais limitado para jogos e multitarefa pesada
  • Câmera simples, que sofre bastante em ambientes internos e à noite
  • Tela provavelmente apenas LCD com brilho e cores mais modestos

O Xiaomi Redmi 15C é voltado para quem prioriza preço antes de qualquer coisa, mas ainda quer a experiência básica do ecossistema Xiaomi. Ele tende a cortar recursos mais sofisticados da linha Redmi Note para reduzir custo, mantendo o essencial: uma tela grande para ver vídeos, usar redes sociais e ler mensagens com conforto, bateria de boa capacidade e o sistema da marca com os recursos já conhecidos. O processador é de entrada, então o foco aqui é um uso mais leve: WhatsApp, Instagram, TikTok, navegação na web e aplicativos de banco e estudos. Funciona, mas é bom evitar abrir muitas coisas ao mesmo tempo ou colocar gráficos no máximo em jogos.

Nas câmeras, o Redmi 15C entrega o básico: a câmera principal registra bem fotos em ambientes iluminados, boas o bastante para status e conversas, mas começa a mostrar ruído e perda de nitidez em situações de pouca luz. A ausência de sensores muito sofisticados faz parte da proposta de um aparelho mais simples. Por outro lado, a bateria tende a ser um ponto forte, suportando facilmente um dia inteiro de uso mais leve, às vezes chegando a um dia e meio ou dois se você não joga. Para quem vem de um celular antigo travando demais, quer algo novo com garantia e não pretende investir muito, ele faz sentido — desde que a expectativa seja realista em relação a desempenho e câmeras.

3
Mais barato

Infinix Smart 10

Infinix Smart 10

Prós

  • Um dos preços mais agressivos entre os modelos de entrada
  • Bateria generosa para passar o dia todo em uso simples
  • Interface leve, pensada para rodar em hardware mais fraco

Contras

  • Desempenho limitado, com eventuais travadinhas até em multitarefa leve
  • Câmera bem simples, adequada só para registros ocasionais
  • Menos garantia de atualização de software em comparação a marcas maiores

O Infinix Smart 10 entra na lista mais como uma alternativa ultra barata do que como concorrente direto dos Xiaomi. Ele mira quem só precisa do básico: WhatsApp, chamadas, alguns apps de banco e redes sociais sem exagero. A Infinix costuma apostar em baterias grandes e sistemas mais enxutos para tentar compensar o hardware modesto, e aqui não deve ser diferente: a autonomia de bateria é um dos motivos para considerar o aparelho, principalmente se você passa o dia todo fora de casa e não quer viver preso ao carregador. Para navegação simples e streaming em resolução mais baixa, ele cumpre o papel.

Por outro lado, é importante entender as limitações. O processador e a quantidade de memória tendem a ser modestos, então é comum notar engasgos ao alternar entre muitos apps ou ao forçar jogos pouco otimizados. As câmeras servem para registro rápido de documentos, fotos em ambientes bem iluminados e videochamadas, mas não vão agradar quem gosta de fotografar muito. Outro ponto é que, como a marca ainda está conquistando espaço no Brasil, o histórico de atualizações e a assistência técnica não são tão fortes quanto os de gigantes mais estabelecidas. Se a ideia é gastar o mínimo possível e aceitar essas trocas, o Smart 10 resolve a vida de quem precisa de um aparelho funcional e barato.

4
Bateria

Samsung Galaxy A17 128GB

Samsung Galaxy A17 128GB

Prós

  • Bateria de longa duração, ideal para quem passa o dia fora
  • Ecossistema Samsung com suporte sólido e atualizações regulares
  • Tela grande com boa calibração de cores para consumo de mídia
  • Interface One UI madura, com muitos recursos úteis no dia a dia

Contras

  • Desempenho intermediário pode ficar atrás de alguns rivais chineses no mesmo preço
  • Carregador nem sempre vem tão rápido quanto competidores focados em specs
  • Construção em plástico que passa sensação mais simples

O Samsung Galaxy A17 128GB entra na seleção como a opção para quem não quer Xiaomi, mas ainda assim busca custo-benefício em promoção. A linha A da Samsung evoluiu bastante, e o A17 deve seguir a fórmula de oferecer bateria generosa, tela grande e uma experiência de software mais arredondada, com a One UI trazendo opções de personalização, recursos de privacidade e integração com outros aparelhos da marca. A capacidade de 128 GB de armazenamento já atende bem a maioria das pessoas, principalmente se você usar mais serviços na nuvem.

O desempenho é adequado para o segmento intermediário básico: dá conta de redes sociais, multitarefa moderada e até jogos mais leves sem sofrimento, mas não espere o mesmo fôlego em gráficos de alta qualidade que alguns processadores chineses entregam na mesma faixa. O trunfo está na combinação de bateria forte com a política de updates da Samsung, que costuma ser bem mais clara e duradoura do que a de muitas concorrentes. As câmeras seguem o padrão da linha A: boas fotos de dia, resultados aceitáveis à noite com auxílio do modo noturno, e vídeos corretos para registros casuais. Para quem valoriza suporte, revenda futura e uma interface que muita gente já conhece, o A17 faz sentido quando aparece com bom desconto.

5
Top de linha

Motorola Edge 70 5G

Motorola Edge 70 5G

Prós

  • Tela OLED de alta taxa de atualização, ótima para jogos e mídia
  • Chip potente com 5G, ideal para quem exige desempenho alto
  • Conjunto de câmeras mais completo, incluindo ultra-wide de qualidade
  • Sistema Android quase puro, com poucas modificações da Motorola

Contras

  • Preço ainda mais alto, mesmo em promoção, que os intermediários da lista
  • Autonomia de bateria pode não acompanhar usuários muito pesados em 120 Hz
  • Política de atualização da Motorola é mais curta que a de algumas rivais

O Motorola Edge 70 5G foge um pouco da categoria intermediário clássico e já encosta em especificações de topo de linha. A tela OLED com alta taxa de atualização entrega uma experiência bem acima da média para quem gosta de jogar, assistir séries ou simplesmente ter tudo fluido na interface. O chip mais potente, com suporte a 5G, garante fôlego de sobra para vários anos de uso, rodando aplicativos pesados, edição de fotos e vídeos curtos, e jogos mais exigentes com gráficos altos. É um aparelho pensado para quem quer comprar agora e não se preocupar com desempenho tão cedo.

No pacote de câmeras, o Edge 70 costuma oferecer um conjunto mais completo que os intermediários básicos, com ultra-wide mais decente, câmera principal com estabilização e recursos extras de software que tiram melhor proveito do hardware. Em contrapartida, o preço segue outro patamar: mesmo em promoção, ele custará bem mais que um Redmi de entrada ou um Galaxy A17. A bateria dá conta de um dia normal, mas se você usar a tela sempre em 120 Hz, com 5G ligado e muitas horas de jogo, vai precisar recorrer ao carregador antes do final do dia. A interface da Motorola é um atrativo à parte, por ser próxima do Android puro, com poucos aplicativos extras e alguns gestos clássicos da marca. É a escolha mais indicada desta lista para quem quer algo mais premium sem ir direto para os flagships mais caros.

Como escolher

Antes de clicar em “comprar”, pense em três pontos: o que você faz com o celular hoje, quanto tempo pretende ficar com ele e qual é o limite real de orçamento. Se você só usa WhatsApp, redes sociais e banco, um aparelho de entrada já resolve; se joga bastante, edita fotos e quer câmeras melhores, é melhor mirar nos intermediários mais robustos ou quase topo de linha. Olhe com atenção para a combinação de processador, memória RAM e armazenamento, porque é isso que define o quão rápido o celular vai se manter com o passar dos meses.

A tela e a bateria também pesam muito na experiência diária. Painéis AMOLED (ou OLED) entregam cores mais vivas e contraste melhor, e taxas de atualização como 90 Hz ou 120 Hz deixam tudo mais fluido. Na bateria, números acima de 5.000 mAh já são um bom sinal, mas vale conferir se o carregador incluso é rápido de verdade. Por fim, não ignore o software: algumas marcas oferecem mais anos de atualização do Android e de segurança, o que impacta tanto na vida útil do aparelho quanto em recursos novos e correções de falhas.

Perguntas frequentes

Celular Xiaomi é confiável no Brasil?

No geral, sim, mas com cuidados. A Xiaomi já tem uma base grande de usuários por aqui e uma rede de assistência terceirizada crescente, além de lojas oficiais. O ponto de atenção é checar se o aparelho é versão global com suporte às bandas usadas no Brasil e se a loja oferece nota fiscal e garantia bem clara. Outro detalhe é que a política de atualização da marca costuma ser menos previsível do que a de Samsung e Google, então quem se preocupa muito com updates rápidos talvez prefira essas concorrentes.

Vale a pena pagar mais por um intermediário ao invés de um celular de entrada?

Para quem fica vários anos com o mesmo aparelho, na maioria dos casos vale. Intermediários atuais trazem processadores mais fortes, mais RAM e melhor armazenamento, o que significa menos travamentos depois de um ou dois anos de uso. Além disso, costumam ter telas de qualidade superior, câmeras mais consistentes e recarga de bateria mais rápida. Se o orçamento permitir, é melhor subir um degrau agora do que ter que trocar o celular muito cedo porque ele ficou lento demais.

Quantos gigas de armazenamento eu realmente preciso?

Para uso bem básico, 64 GB ainda podem dar conta, desde que você use serviços na nuvem e limpe arquivos e conversas de tempos em tempos. Porém, o mais recomendado hoje é começar em 128 GB, especialmente se você gosta de tirar muitas fotos e vídeos, baixar séries para assistir offline e instalar jogos pesados. Lembrando que nem todo celular aceita cartão microSD, então, quando possível, é melhor já investir em mais armazenamento interno do que depender de expansão depois.

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