O dado que desmonta qualquer papo de que “animação é nicho” está nos números: segundo a lista de maiores bilheterias animadas da Wikipedia, “Toy Story 5” já passou de US$ 1,13 bilhão no mundo, e “Moana 2” já superou US$ 1,05 bilhão. Em 2025, a Disney respondeu por 27,5% de toda a bilheteria dos EUA e Canadá, impulsionada justamente por franquias como “Zootopia”, Marvel e “Avatar”. É esse poder de fogo que desemboca no Disney+ e explica por que o catálogo parece infinito.
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- Qual é o critério deste ranking de filmes e séries do Disney Plus?
- 1. Toy Story 5 (filme)
- 2. Moana 2 (filme)
- 3. Zootopia 2 (filme)
- 4. Inside Out 2 (Divertida Mente 2 – filme)
- 5. Frozen e Frozen II (filmes – bloco)
- 6. Avatar: Fire and Ash (filme)
- 7. The Fantastic Four: First Steps (filme)
- 8. Thunderbolts* (filme)
- 9. Tron: Ares (filme)
- 10. Taylor Swift: The Eras Tour — The Final Show (filme-concerto)
- 11. Something Wicked This Way Comes (filme)
- 12. Furious (série)
- 13. The Bear (série)
- 14. Percy Jackson and the Olympians (série)
- 15. Marvel Zombies (série animada)
- 16. Doctor Who – fase Ncuti Gatwa (série)
- 17. Fire and Water: Making the Avatar Films (docussérie)
- 18. The End of an Era (docussérie – Taylor Swift)
- 19. Underdogs (série documental Nat Geo)
- 20. Andor (série)
- Resumo comparativo: tabela de filmes e séries em destaque
- Quem ficou de fora e por quê?
- Perguntas frequentes
- Onde assistir
O melhor ponto de partida para quem chega ao Disney+ em 2026 é entender duas coisas: quantidade e prioridade. Em volume, o serviço já superou a marca de mil filmes, com um top 100 dentro de um catálogo que passa fácil dos “over 1000 movies available”. Em prioridade, este ranking organiza os melhores filmes e séries do Disney+ para o público brasileiro, com base em impacto de bilheteria, força de franquia e relevância atual no streaming.
Na prática: os melhores filmes e séries do Disney+ hoje são os títulos que somam três fatores — (1) presença confirmada na plataforma, (2) desempenho sólido em bilheteria ou na crítica, quando há número disponível, e (3) peso real dentro da estratégia recente da Disney, medido por reportagens sobre o domínio da empresa em 2025 e por listas dedicadas de curadores internacionais.
Qual é o critério deste ranking de filmes e séries do Disney Plus?
Para não cair no lugar-comum de só repetir os mesmos dez clássicos, o ranking cruza três linhas de força:
- Bilheteria mundial quando há dado concreto na lista de animações mais rentáveis da Wikipedia ou em reportagens como a da CNBC sobre o desempenho da Disney em 2025.
- Centralidade na estratégia da Disney, medida por como o próprio Disney+ destaca esse título em guias editoriais e se a marca aparece em análises de domínio de mercado (caso de Avatar, Marvel, Pixar e “Zootopia”).
- Presença e destaque em listas especializadas de streaming, em seleções de melhores filmes e séries para o Disney+ em 2026.
Quando existe número de bilheteria, ele pesa mais. Quando não existe, vale a relevância dentro do catálogo atual (por exemplo, séries que ganham especiais, docuses e spin-offs). Não entram aqui estimativas de orçamento ou notas de crítica sem fonte clara. As posições são justificadas por impacto e função no ecossistema do Disney+, não por nostalgia.
Para as dúvidas práticas do leitor brasileiro: o Disney+ soma mais de mil filmes no catálogo global hoje. Os destaques deste ranking cobrem os principais gêneros que a plataforma oferece em 2026 — animação, infantil, suspense, comédia, romance — e indicam o que assistir primeiro.
1. Toy Story 5 (filme)

Por que está em 1º: porque é o símbolo perfeito de como a Disney usa o cinema como motor do Disney+. Segundo a lista de maiores bilheterias animadas da Wikipedia, “Toy Story 5” já arrecadou US$ 1.136.428.902 no mundo desde 2026, entrando diretamente no top 10 de animações mais rentáveis da história e reforçando o domínio Pixar/Disney no gênero. A própria Disney+ trata o filme como evento: no portal oficial, destaca a chegada do longa à plataforma em 23 de setembro de 2026. Quando um título é ao mesmo tempo bilionário, carro-chefe de franquia e bandeira de marketing do streaming, ele naturalmente define o topo de qualquer ranking sério de filmes Disney Plus hoje.
Dados-chave (Wikipedia / Disney+): animação da Pixar; lançamento em 2026; bilheteria mundial de US$ 1.136.428.902 (valor não corrigido pela inflação); integra a franquia que já tinha “Toy Story 3” (US$ 1.068.879.522) e “Toy Story 4” (US$ 1.073.841.394) entre as maiores animações de todos os tempos.
2. Moana 2 (filme)
Por que está em 2º: porque prova que as princesas da casa continuam sendo negócio de gente grande. De acordo com a mesma lista de maiores bilheterias animadas da Wikipedia, “Moana 2” já passou dos US$ 1.059.269.477 em 2024, entrando no clube do bilhão ao lado de “Frozen”, “Frozen II” e “Zootopia”. Isso recoloca a marca das princesas como pilar da bilheteria global e, por tabela, como âncora de conteúdo infantil e musical no Disney+. O filme funciona como chamariz de família, rende especiais e playlists e alimenta o catálogo de “filmes Disney Plus infantil” com um personagem contemporâneo que conversa com a geração que cresceu no streaming, não no VHS.
Dados-chave (Wikipedia / CNBC): animação Disney; lançamento em 2024; bilheteria mundial de US$ 1.059.269.477 (sem ajuste pela inflação). A CNBC aponta que o impulso de franquias familiares como “Zootopia” e afins ajudou a Disney a chegar a US$ 2,49 bilhões em 2025 só no mercado doméstico americano, contexto no qual “Moana” é um dos rostos mais reconhecíveis.
3. Zootopia 2 (filme)
Por que está em 3º: porque resume o modelo de negócios da Disney neste momento: sequência de IP popular, bilheteria altíssima e vida longa como conteúdo on-demand. Segundo a Wikipedia, “Zootopia 2” faturou US$ 1.870.309.291 em 2025, um número que a coloca acima até de gigantes como “Frozen” em renda bruta. A CNBC cita a sequência de “Zootopia” como uma das produções que sustentaram o domínio da Disney na bilheteria doméstica de 2025. No Disney+, isso vira munição para listas de recomendação, coleções temáticas e, sobretudo, para quem procura “filmes Disney Plus melhores” de animação e suspense leve — afinal, a franquia mistura buddy cop, sátira social e aventura.
Dados-chave (Wikipedia / CNBC): animação Disney de 2025; bilheteria mundial de US$ 1.870.309.291 (não ajustado); sucessora direta de “Zootopia” (2016), que já era uma das maiores animações da história com US$ 1.023.784.195 e foi citada pela CNBC como parte do pacote que levou a Disney ao topo em 2025.
4. Inside Out 2 (Divertida Mente 2 – filme)
Por que está em 4º: porque é o ponto de encontro entre a linha de filmes e a linha de séries originais do Disney+. De acordo com a Wikipedia, “Inside Out 2” alcançou US$ 1.698.863.816 em 2024, consolidando a franquia como uma das mais lucrativas da Pixar ao lado de “Toy Story” e “Os Incríveis”. Esse sucesso alimenta diretamente o catálogo da plataforma: a série derivada “Dream Productions”, ambientada entre o primeiro e o segundo filme, é considerada uma das melhores novidades do streaming em 2026. Isso faz de “Inside Out 2” não só um dos filmes Disney Plus melhores, mas também o eixo de um miniuniverso que se expande dentro do serviço.
Dados-chave (Wikipedia): animação Pixar, 2024; bilheteria mundial de US$ 1.698.863.816; prequela derivada “Dream Productions” entre as 30 melhores séries atuais do Disney+.
5. Frozen e Frozen II (filmes – bloco)
Por que o bloco está em 5º: porque, juntos, “Frozen” e “Frozen II” são o pacote que nenhuma outra plataforma consegue replicar em peso de marca e bilheteria. Segundo a Wikipedia, o primeiro filme fez US$ 1.290.000.000 em 2013; a continuação, em 2019, adicionou mais US$ 1.451.651.316. As duas animações somadas batem mais de US$ 2,7 bilhões em renda não corrigida. Em 2026, eles ainda sustentam playlists, especiais de princesas e coleções sazonais no Disney+, funcionando como resposta direta a quem procura “filmes Disney Plus infantil”, musical ou de romance leve. Não há outro par de princesas com tanta força comercial e de catálogo ao mesmo tempo.
Dados-chave (Wikipedia): “Frozen” (2013) – US$ 1.290.000.000; “Frozen II” (2019) – US$ 1.451.651.316; ambos valores sem ajuste inflacionário. A lista de maiores animações destaca a dupla entre os líderes históricos do gênero.
6. Avatar: Fire and Ash (filme)
Por que está em 6º: porque representa a frente “adulto blockbuster” do Disney+. “Avatar: Fire And Ash” aparece entre os destaques do catálogo britânico de 2026, sendo chamado de “sci-fi fantasy epic” de três horas e meia com batalha climática de tirar o fôlego. Em 2025, a franquia “Avatar” foi um dos pilares da liderança da Disney em bilheteria, ao lado de Marvel e “Zootopia”. Mesmo sem um número fechado de bilheteria global ainda, observa-se que “Avatar” e “Avatar: The Way of Water” seguem no topo da lista de filmes mais rentáveis da história, e que “Fire and Ash” cruzou a marca de US$ 1 bilhão logo nas primeiras semanas de exibição. No Disney+, o longa vira exatamente o tipo de “filme Disney Plus suspense e ação” que segura maratonas de fim de semana.
Dados-chave: sequência de “Avatar: The Way of Water”; parte de uma franquia na qual o primeiro filme é a maior bilheteria de todos os tempos e o segundo é o terceiro; descrito como épico com batalha final em terra, mar e céu; um “third Avatar film” está entre os responsáveis por manter a Disney no topo do box office em 2025.
7. The Fantastic Four: First Steps (filme)
Por que está em 7º: porque é a peça-chave da expansão do MCU no Disney+ em 2026. “The Fantastic Four: First Steps” é descrito como a primeira adaptação realmente bem-sucedida da equipe, ambientada nos anos 1960, com Reed Richards, Sue Storm, Ben Grimm e Johnny Storm encarando a fama e a ameaça do Surfista Prateado (Julia Garner). O texto destaca que o filme é o terceiro reboot da franquia e, pela primeira vez, encontra o “tom certo”, a ponto de um segundo longa já estar em desenvolvimento e o grupo ser presença certa em “Avengers: Doomsday”. Isso transforma “First Steps” no ponto ideal para quem procura “filmes Disney Plus 2026” de super-herói: é recente, é porta de entrada para a nova fase dos Vingadores e é tratado como prioridade dentro do ecossistema do MCU.
Dados-chave: filme do MCU; ambientação nos anos 1960; descrito como terceira tentativa de adaptar o quarteto, agora bem-sucedida; outro filme Marvel de 2025, “Fantastic Four: First Steps”, é citado entre os quatro maiores da Disney naquele ano, evidenciando a importância da marca.
8. Thunderbolts* (filme)
Por que está em 8º: porque mostra que nem todo “fracasso de bilheteria” é fracasso de catálogo. “Thunderbolts*” ficou aquém dos números de “Vingadores” nos cinemas e foi rotulado por muitos como flop, mas receita de bilheteria “nem sempre conta a história toda” quando se trata de MCU. O filme reúne Yelena Belova (Florence Pugh), Bucky Barnes (Sebastian Stan) e Red Guardian (David Harbour) em um time de assassinos traídos pela diretora da CIA Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus). A importância real aqui é outra: “Thunderbolts*” rebatiza o grupo como “Novos Vingadores”, o que o torna pedra fundamental para o fã que está organizando a cronologia Marvel no Disney+. Em 2026, é um dos filmes Disney Plus melhores para entender a transição do universo cinematográfico para a nova formação de heróis na plataforma.
Dados-chave: filme do MCU posterior a “Vingadores”, com recepção de bilheteria abaixo da franquia principal; protagonizado por Yelena Belova, Red Guardian e Bucky Barnes; o asterisco no título indica mudança de nome do grupo para “New Avengers” ao final.
9. Tron: Ares (filme)
Por que está em 9º: porque é o exemplo de como a Disney tenta atualizar franquias antigas para um público de streaming obcecado por tecnologia. “Tron: Ares” é listado entre os melhores filmes do Disney+ em janeiro de 2026 e o enredo é resumido como a chegada de uma nova forma de IA ao mundo real, materializada em Jared Leto. O filme é descrito como cheio de ação e CGI impressionante, ainda que faça apenas um “rascunho” das preocupações reais com IA. Isso basta para que o título seja relevante em 2026: é o filme que conversa com o imaginário de videogame iniciado no “Tron” de 1982 e ao mesmo tempo capitaliza o interesse atual em inteligência artificial. Para quem procura “filmes Disney Plus suspense” com flavor sci-fi, é uma das escolhas naturais.
Dados-chave: longa de ficção científica ambientado no universo Tron; antagonista é um programa de IA enviado ao mundo real para roubar o “Permanence Code” de Kevin Flynn; apontado como uma das melhores estreias recentes do Disney+.
10. Taylor Swift: The Eras Tour — The Final Show (filme-concerto)
Por que está em 10º: porque nenhum outro filme-concerto recente tem o alcance industrial dessa gravação. “Taylor Swift: The Eras Tour — The Final Show” registra o último show da turnê, em 8 de dezembro de 2024, em Vancouver, com duração de quase três horas e meia e inclusão de um bloco inteiro de “The Tortured Poets Department”. O texto lembra que a turnê teve 149 apresentações em 51 cidades, com cerca de 10 milhões de espectadores presenciais — um fenômeno que o Disney+ captura e transforma em conteúdo exclusivo. Em 2026, quando a série documental “The End of an Era” também está no ar, esse filme é o centro de gravidade da presença da cantora na plataforma e fala diretamente com o público de música, show e bastidores.
Dados-chave: registro do show final da turnê em 2024; 149 apresentações, 51 cidades, estimados 10 milhões de espectadores presenciais; duração de quase três horas e meia; inclui set inédito do álbum “The Tortured Poets Department”.
11. Something Wicked This Way Comes (filme)
Por que está em 11º: porque cumpre o papel de “filme Disney Plus suspense” que a própria marca quase escondeu de si mesma. “Something Wicked This Way Comes” é uma rara incursão da Disney em temas mais sombrios nos anos 1980, adaptando o romance de Ray Bradbury, com um carnaval maligno liderado por Mr. Dark. O filme virou objeto de culto difícil de encontrar por décadas e sua chegada ao Disney+ foi recebida como redenção pelos fãs. Em meio a tantas continuações e super-heróis, a presença de um terror-fantasia de estúdio dessa época adiciona variedade real ao catálogo e oferece um caminho para quem quer suspense sem sair do guarda-chuva Disney.
Dados-chave: adaptação do livro de 1962 de Bradbury; filme descrito como “dark” para os padrões Disney da época; cultuado, mas de difícil acesso até ser incorporado ao Disney+.
12. Furious (série)
Por que está em 12º: porque é a resposta da Disney+ para quem procura suspense adulto de prestígio. Em agosto de 2026 no Reino Unido, “Furious” foi destacada como “Pick of the Month”, descrita como um thriller policial de oito episódios alimentado por “female rage”, que acompanha uma agente do FBI (Emmy Rossum) cuja vida se enlaça à de uma jovem serial killer (Lola Petticrew) que mata homens ricos e abusivos. O texto ressalta que a série usa e questiona os clichês do gênero ao mesmo tempo, com humor negro e sensação de novidade. Dentro do Disney+, “Furious” ocupa o nicho de “série de suspense policial” que até então era território de concorrentes — algo essencial para equilibrar um catálogo ainda visto por muitos como “só para crianças”.
Dados-chave: série de oito episódios lançada em 2026; criada por Elizabeth Meriwether; estrelada por Emmy Rossum e Lola Petticrew; descrita como “female rage–fuelled” e apontada como prioridade editorial do mês.
13. The Bear (série)
Por que está em 13º: porque representa o que o Disney+ tem de mais forte fora de Marvel, Star Wars e animação. “The Bear” é “uma das melhores séries de TV da última década”, elogio raro. A série, que acompanha o chef Carmy (Jeremy Allen White) tentando salvar a lanchonete da família em Chicago, é vista como drama de altíssima tensão emocional, com elenco coeso e roteiro preciso. Em 2026, fala-se em “última temporada impecável”, ou seja, estamos diante de uma obra completa, fácil de recomendar. No Disney+, “The Bear” é a resposta imediata para quem busca série de drama contemporâneo de alto nível — e figura central em qualquer lista honesta de “melhores séries Disney Plus”.
Dados-chave: série criada por Christopher Storer; elenco com Jeremy Allen White, Ebon Moss-Bachrach, Ayo Edebiri, entre outros; descrita como “high tension viewing” e tratada como uma das melhores produções televisivas recentes.
14. Percy Jackson and the Olympians (série)
Por que está em 14º: porque é o braço jovem-adulto de fantasia que faltava ao streaming. “Percy Jackson and the Olympians” é uma adaptação elogiada pela fidelidade aos livros de Rick Riordan, acompanhando Percy (Walker Scobell) descobrindo ser filho de Poseidon e lidando com as consequências divinas disso. A matéria sublinha que a 2ª temporada chegou em dezembro de 2025 e que uma 3ª está em desenvolvimento, o que significa investimento contínuo. No catálogo brasileiro, a série cumpre o papel que “Harry Potter” cumpre em outras plataformas: fantasia de amadurecimento, longa, com clara ordem de episódios. Para pais e adolescentes que perguntam “quais filmes e séries assistir no Disney+” juntos, é uma das respostas mais completas.
Dados-chave: série baseada na saga literária de Rick Riordan; 2ª temporada lançada em 10 de dezembro de 2025; 3ª temporada já em preparação; personagem principal é um garoto de 12 anos, filho de Poseidon, em jornada de amadurecimento.
15. Marvel Zombies (série animada)
Por que está em 15º: porque entrega exatamente o que a faixa “filmes Disney Plus suspense/terror” promete, só que no formato de série animada de super-herói. “Marvel Zombies” nasce de uma linha de quadrinhos cocriada por Robert Kirkman, de “The Walking Dead”, e imagina um universo em que um vírus transforma inclusive os Vingadores em zumbis. A animação está entre as melhores séries atuais do Disney+, com clima de drama pós-apocalíptico e a presença de vozes como Florence Pugh (Yelena), David Harbour (Red Guardian), Elizabeth Olsen (Wanda), Paul Rudd (Homem-Formiga), Tessa Thompson (Valquíria) e Hailee Steinfeld (Kate Bishop). Para quem acha que Marvel no streaming ficou “leve demais”, é o antídoto.
Dados-chave: spin-off animado de “What If…?”; baseado em HQ cocriada por Robert Kirkman; elenco vocal inclui vários nomes do MCU; uma das melhores atrações do Disney+ em 2026.
16. Doctor Who – fase Ncuti Gatwa (série)
Por que está em 16º: porque dá ao Disney+ uma carteirinha de série britânica clássica que costuma puxar para a concorrência. 2024 é tratado como “início de uma nova era” de “Doctor Who” quando Ncuti Gatwa assume oficialmente como 15º Doutor sob comando de Russell T. Davies. Já foi ao ar uma segunda temporada, com final “game-changing” em maio, deixando o público em dúvida sobre os próximos passos da série. Em 2026, com essa fase fresca e disponível em streaming global, o Disney+ passa a ser a casa oficial da nova encarnação do Time Lord — valioso para quem busca ficção científica seriada fora do circuito Star Wars/Marvel.
Dados-chave: protagonizada por Ncuti Gatwa como o 15º Doutor; Russell T. Davies de volta ao comando; segunda temporada já exibida com final impactante em maio; disponível no Disney+ internacionalmente.
17. Fire and Water: Making the Avatar Films (docussérie)
Por que está em 17º: porque é o tipo de bastidor que só faz sentido existir no streaming e que aprofunda um dos maiores trunfos de catálogo da Disney. “Fire and Water: Making the Avatar Films” é apresentada como uma série documental em duas partes que mergulha na tecnologia e nos bastidores da franquia “Avatar”. Lembra-se que “Avatar” ocupa o 1º lugar e “Avatar: The Way of Water” o 3º na lista das maiores bilheterias de todos os tempos, e que “Fire and Ash” já passou de US$ 1 bilhão em poucas semanas. Com esse contexto, o doc vira isca perfeita para fãs de making of e curiosos sobre performance capture e 3D. Ao lado dos filmes, transforma Avatar em “pacote completo” dentro do Disney+.
Dados-chave: docussérie em duas partes sobre a produção de “Avatar” e “Avatar: The Way of Water”; foca tanto na tecnologia (3D, captura de performance) quanto nos atores; destaca que os dois longas seguem entre as maiores bilheterias da história, com o primeiro ainda em 1º lugar.
18. The End of an Era (docussérie – Taylor Swift)
Por que está em 18º: porque estende a presença de Taylor Swift na plataforma para além do show gravado. “The End of an Era” é apresentada como uma docussérie de seis episódios em que a própria cantora revisita a Eras Tour, descrevendo o giro mundial como uma “experiência de conexão em massa” com o público. A produção é uma “visão eletrizante” do caos organizado por trás da turnê, e a série interessa inclusive a quem não é fã da música. Em termos de catálogo, ela transforma o Disney+ no lugar onde se encontra tanto o show final em Vancouver quanto o making of da turnê, algo que nenhuma outra plataforma oferece em 2026.
Dados-chave: docussérie em seis episódios; mostra dos bastidores da Eras Tour, da preparação emocional à logística; inclui depoimentos de convidados como Sabrina Carpenter, Ed Sheeran e Travis Kelce.
19. Underdogs (série documental Nat Geo)
Por que está em 19º: porque funciona como porta de entrada perfeita para o acervo National Geographic dentro do Disney+. “Underdogs” é uma série de natureza narrada por Ryan Reynolds, que foca em animais “esquisitos” e “desajustados” em vez dos grandes ícones majestosos. A combinação de humor com informação coloca a produção na interseção entre infantil, família e documentário, o que atende diretamente a quem procura “filmes e séries Disney Plus infantil” mas não quer ver animação pela enésima vez. Em 2026, o título ajuda a dar cara popular à prateleira Nat Geo, que costuma ficar escondida para o grande público.
Dados-chave: série documental; narração de Ryan Reynolds; foco em animais tidos como “misfits” da natureza; uma das melhores produções do Disney+.
20. Andor (série)
Por que está em 20º: porque é o argumento definitivo de que “Star Wars adulto” existe — e mora no Disney+. “Andor” é a melhor série de Star Wars já feita para o streaming. O texto enfatiza que a produção abandona os tiroteios decorativos e mergulha em storytelling de chão, expandindo a história de “Rogue One” com foco em Cassian Andor (Diego Luna) e na construção lenta da rebelião. Como obra fechada, com temporadas pensadas como arco único, ela é ideal para maratona e responde prontamente a quem pergunta “quais séries assistir no Disney+” se você gosta de ficção científica política e não tem paciência para fan service constante.
Dados-chave: série ambientada antes de “Rogue One”; destacada como a melhor série Star Wars disponível no Disney+; elogiada por roteiro, personagens e aposta em um tom mais sóbrio.
Resumo comparativo: tabela de filmes e séries em destaque
Abaixo, uma tabela em HTML com os principais títulos citados, seus formatos e os números ou referências disponíveis. Onde não há dado oficial de bilheteria, a célula é preenchida com “n/d” e o peso vem da relevância editorial.
| Posição | Título | Tipo | Ano (lançamento ou fase) | Bilheteria mundial (US$) | Fonte do número | Observações de impacto |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Toy Story 5 | Filme (animação) | 2026 | 1.136.428.902 | Wikipedia (lista animações) | Top 10 animações de maior bilheteria; âncora Pixar no Disney+ em 2026 |
| 2 | Moana 2 | Filme (animação) | 2024 | 1.059.269.477 | Wikipedia (lista animações) | Sequência bilionária; reposiciona a marca princesas no centro do catálogo |
| 3 | Zootopia 2 | Filme (animação) | 2025 | 1.870.309.291 | Wikipedia (lista animações) | Entre as maiorias bilheterias animadas; pilar da Disney em 2025 |
| 4 | Inside Out 2 | Filme (animação) | 2024 | 1.698.863.816 | Wikipedia (lista animações) | Consolida a franquia; inspira série derivada “Dream Productions” no Disney+ |
| 5 | Frozen | Filme (animação) | 2013 | 1.290.000.000 | Wikipedia (lista animações) | Musical infantil fundamental; ainda domina playlists e coleções no streaming |
| 5 | Frozen II | Filme (animação) | 2019 | 1.451.651.316 | Wikipedia (lista animações) | Sequência bilionária; mantém a marca no topo das animações mais vistas |
| 6 | Avatar: Fire and Ash | Filme (ficção científica) | 2026 | >1.000.000.000 (em poucas semanas) | n/d | Terceiro filme da saga; épico com batalha final monumental |
| 7 | The Fantastic Four: First Steps | Filme (super-herói) | 2025 | n/d | n/d | Primeira adaptação elogiada do quarteto; porta de entrada da equipe no MCU do Disney+ |
| 8 | Thunderbolts* | Filme (super-herói) | 2020s | n/d | n/d | Chamado de “flop” de bilheteria, mas crucial para a formação dos “Novos Vingadores” |
| 9 | Tron: Ares | Filme (ficção científica) | 2020s | n/d | n/d | Atualiza franquia clássica com trama sobre IA; destaque entre melhores filmes no Disney+ |
| 10 | Taylor Swift: The Eras Tour — The Final Show | Filme-concerto | 2024 | n/d | n/d | Registro exclusivo do último show da Eras Tour; quase 3h30 de duração |
| 11 | Something Wicked This Way Comes | Filme (fantasia/suspense) | 1980s | n/d | n/d | Rara incursão dark da Disney, cultuada; ficou difícil de achar até entrar no Disney+ |
| 12 | Furious | Série (suspense policial) | 2026 | n/a (TV) | n/d | Escolha do mês da redação; thriller de “female rage” com Emmy Rossum |
| 13 | The Bear | Série (drama) | 2022–2026 | n/a (TV) | n/d | Descrita como uma das melhores séries da década; finalizada com temporada impecável |
| 14 | Percy Jackson and the Olympians | Série (fantasia YA) | 2020s | n/a (TV) | n/d | Adaptação fiel aos livros; 2ª temporada em 2025, 3ª em desenvolvimento |
| 15 | Marvel Zombies | Série animada | 2020s | n/a (TV) | n/d | Universo zumbi no MCU; reúne elenco vocal estrelado; recomendada como destaque |
| 16 | Doctor Who (fase Ncuti Gatwa) | Série (ficção científica) | 2024– | n/a (TV) | n/d | Nova era da série clássica, com Ncuti Gatwa e Russell T. Davies; 2ª temporada já exibida |
| 17 | Fire and Water: Making the Avatar Films | Docussérie | 2020s | n/a (TV) | n/d | Dois episódios sobre a tecnologia e os bastidores da franquia “Avatar” |
| 18 | The End of an Era | Docussérie musical | 2025 | n/a (TV) | n/d | Bastidores da Eras Tour em seis episódios, com foco no ponto de vista de Taylor Swift |
| 19 | Underdogs | Série documental | 2020s | n/a (TV) | n/d | Nat Geo narrada por Ryan Reynolds; foca em animais “esquisitos” e pouco celebrados |
| 20 | Andor | Série (Star Wars) | 2022– | n/a (TV) | n/d | Apontada como a melhor série Star Wars no Disney+; drama político de ficção científica |
Quem ficou de fora e por quê?
Um ranking que se pretende sério sobre filmes Disney Plus precisa justificar as ausências tanto quanto as presenças. Três grupos chamam atenção:
- Clássicos de animação pré-2000 sem número atualizado: a lista de maiores bilheterias animadas da Wikipedia explica que muitos filmes do século 20 não aparecem no ranking por falta de ajuste de inflação e ausência de reexibições recentes. Caso emblemático: “Branca de Neve e os Sete Anões”, que teria uma bilheteria ajustada para mais de US$ 2,3 bilhões, mas cujos valores originais não entram na tabela moderna. Sem dado recente e com o texto afirmando que o índice de inflação é aplicado a uma lista de 2014, a comparação direta com mega-sucessos recentes fica desigual.
- Outras grandes animações fora do top de 2026: “Toy Story 3”, “Toy Story 4”, “Os Incríveis 2”, “Procurando Nemo” e “Zootopia” original constam na lista de bilheterias da Wikipedia com cifras altíssimas (todas acima de US$ 900 milhões). Poderiam aparecer individualmente aqui, mas a ideia foi focar nos títulos mais relevantes hoje no Disney+, o que empurrou para cima as continuações mais recentes (“Toy Story 5”, “Zootopia 2”, “Moana 2”) que estão em fase ativa de promoção e lançamento no streaming.
- Séries Disney+ importantes mas já consolidadas: títulos como “Hawkeye”, “Ironheart”, “Daredevil: Born Again”, “Star Wars: Skeleton Crew” e “Agatha All Along” são parte do “núcleo duro” Marvel/Star Wars do Disney+. Eles ficam fora do top 20 por um motivo simples: em 2026, adicionam menos novidade ao catálogo do que produções como “Furious”, “Marvel Zombies” ou a nova fase de “Doctor Who”, que mudam percepção de público e ampliam o espectro de gêneros na plataforma.
Na prática, isso significa que a resposta curta para “quais filmes tem na Disney Plus?” continua sendo: quase tudo da Disney moderna, grande parte da Pixar, Marvel, Star Wars e um volume robusto de cinema adulto via Hulu/Nat Geo. O ranking escolhe só a ponta desse iceberg.
Perguntas frequentes
Quantos filmes tem o Disney Plus hoje?
Não existe um número oficial público e atualizado título a título, mas já em 2023 falava-se em “over 1000 movies available on Disney+”. De lá para cá, a plataforma só cresceu, com a entrada de novos filmes de franquias como Marvel, Pixar e Avatar, além de produções da 20th Century e da Nat Geo. É razoável dizer que o Disney+ opera hoje com um catálogo de mais de mil filmes globalmente, variando um pouco em cada país por causa de licenças locais.
Quais filmes assistir no Disney Plus primeiro?
Se a ideia é ter um recorte equilibrado do que o serviço oferece em 2026, o pacote inicial ideal passa por:
- Animação/infantil: “Toy Story 5”, “Moana 2”, “Zootopia 2”, “Inside Out 2”, “Frozen” e “Frozen II”.
- Super-heróis: “The Fantastic Four: First Steps”, “Thunderbolts*” e a série “Marvel Zombies”.
- Ficção científica e fantasia: “Avatar: Fire and Ash”, “Tron: Ares”, “Andor” e a nova fase de “Doctor Who”.
- Suspense e drama adulto: “Furious”, “The Bear” e “Something Wicked This Way Comes”.
- Música e documentário: “Taylor Swift: The Eras Tour — The Final Show”, “The End of an Era” e “Fire and Water: Making the Avatar Films”.
Esse conjunto cobre praticamente todas as grandes linhas de força do Disney+ em 2026.
Quais são os melhores filmes Disney Plus?
Pelo recorte deste texto — bilheteria comprovada, relevância atual no catálogo e destaque editorial — os melhores filmes Disney Plus hoje são, em ordem de peso: “Toy Story 5”, “Moana 2”, “Zootopia 2”, “Inside Out 2”, “Frozen” e “Frozen II”, “Avatar: Fire and Ash”, “The Fantastic Four: First Steps”, “Thunderbolts*”, “Tron: Ares”, “Taylor Swift: The Eras Tour — The Final Show” e “Something Wicked This Way Comes”. Eles somam o que o assinante mais procura: animação de altíssima qualidade, super-heróis em fase nova, ficção científica de escala gigante, suspense e música.
Quais filmes Disney Plus infantis valem mais a pena?
Considerando bilheteria e presença em listas de recomendações, os pilares infantis do Disney+ em 2026 são as animações de grande bilheteria: “Toy Story 5”, “Moana 2”, “Zootopia 2”, “Inside Out 2”, “Frozen” e “Frozen II”. A isso se somam séries como “Win or Lose” (primeira série original da Pixar, amplamente destacada pela crítica), “Dream Productions” (spin-off de Inside Out) e produções da Nat Geo acessíveis a crianças, como “Underdogs”.
Quais filmes Disney Plus de suspense existem para adultos?
Para quem busca clima de tensão no Disney+, o cardápio relevante em 2026 mistura cinema e TV: o thriller policial “Furious”, a fantasia sombria “Something Wicked This Way Comes”, a ficção científica de alta octanagem “Avatar: Fire and Ash” e “Tron: Ares”, além da animação de horror “Marvel Zombies”. Em registro mais realista, “The Bear” opera quase como suspense de bastidores, com tensão de cozinha digna de filme de crime.
Quais são os filmes Disney Plus de comédia e romance?
O Disney+ ainda não tem um blockbuster romântico recente com dado de bilheteria tão claro quanto suas animações, mas o combo comédia-romance aparece em vários formatos: “The Devil Wears Prada 2” é apontado como retorno bem-humorado ao mundo da moda, e “Sacramento” é elogiado como comédia dramática masculina à la “Sideways”. Ambos estão disponíveis na plataforma internacionalmente, ainda que não figurem no top 20 de impacto industrial. Para romance familiar, as próprias animações supracitadas — “Frozen”, “Moana”, “Inside Out 2” — sustentam a demanda, com casais e dramas afetivos que falam tanto com crianças quanto com adultos.
Quais são os lançamentos de filmes Disney Plus para 2026?
Em 2026, a onda de lançamentos relevantes para o Disney+ passa necessariamente pela janela do cinema. Entre os filmes listados para o ano estão: “The Mandalorian and Grogu” como o primeiro filme Star Wars nos cinemas desde 2019 (já anunciado pelo Disney+ como futuro destaque), “Toy Story 5” (que chega à plataforma em setembro de 2026), uma versão live-action de “Moana” e o evento “Avengers: Doomsday” em dezembro. Do lado da animação, a própria lista de maiores bilheterias de 2026 já marca a chegada de “The Super Mario Galaxy Movie” e “Despicable Me 4”, que envolvem outros estúdios, mas indicam um ano ainda mais forte para animação — o que, por consequência, pressiona a Disney a manter o Disney+ como vitrine prioritária de seus próprios lançamentos.
Onde assistir
Todos os títulos citados aqui — filmes e séries — são descritos nas fontes internacionais como já disponíveis no Disney+ (em catálogos como o do Reino Unido e dos EUA) ou como produções da Disney/Marvel/Pixar/Nat Geo preparadas especificamente para o serviço. Quando há menção explícita, é dito “streaming now on Disney+” ou equivalente. No Brasil, a disponibilidade individual pode variar pontualmente por licenças antigas, mas o padrão é que produções originais Disney+, filmes recentes da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, Nat Geo e FX cheguem e permaneçam na plataforma.
Para conferir o catálogo exato em tempo real, o caminho é usar a própria busca interna do Disney+, que espelha o que está liberado em território brasileiro naquele momento.
Este tutorial faz parte do guia Serviços de streaming em 2026: quais valem seu dinheiro no Brasil. Veja também: Melhores filmes da Netflix: ranking definitivo com notas e números · Melhores séries da Netflix: ranking definitivo com notas e custos · Melhores séries e filmes HBO Max: ranking definitivo com notas e números · Melhores filmes e séries Prime Video em 2026: ranking com notas · Melhores séries Apple TV: ranking definitivo com notas da crítica




