O dado mais contraintuitivo sobre o catálogo da Apple é simples: a série mais bem avaliada da plataforma, segundo o Rotten Tomatoes, não é nenhuma das campeãs de boca a boca como Ted Lasso, Severance ou Silo, mas o documentário musical 1971: The Year That Music Changed Everything, com 100% de aprovação da crítica.
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- O que é Apple TV e quanto custa no Brasil?
- Quais são as melhores séries da Apple TV hoje?
- Ranking definitivo: top 20 séries originais Apple TV pela crítica
- Resumo em tabela: top 20 séries originais Apple TV pela crítica
- O que assistir na Apple TV em 2025 e 2026?
- Quais séries tem na Apple TV em cada gênero?
- Quem ficou de fora e por quê?
- Quanto custa a Apple TV e como assinar?
- Perguntas frequentes
Considerando apenas produções originais da Apple TV disponíveis no Brasil, o ranking abaixo usa como critério principal a nota da crítica no Rotten Tomatoes (o Tomatometer), na lista de “100 Best Apple TV Original Series Ranked by Tomatometer” atualizada em agosto de 2026. Quando há empate, o desempate vem pela nota do público (Audience Score). É um ranking de impacto crítico, não de popularidade ou audiência.
Em linguagem direta: as melhores séries da Apple TV, neste texto, são as séries que a crítica especializada avaliou melhor, com base nos percentuais publicados pelo Rotten Tomatoes em 2026.
O que é Apple TV e quanto custa no Brasil?
Apple TV hoje significa duas coisas diferentes. De um lado está o app Apple TV, que agrega filmes para aluguel/compra e canais de outras empresas. De outro está o Apple TV (antigo Apple TV+), o serviço de assinatura de séries, filmes e documentários originais da Apple.
No Brasil, de acordo com a página oficial da Apple TV Filmes, a assinatura custa R$ 34,90 por mês, com 7 dias grátis para novos assinantes (“7 dias grátis, depois R$ 34,90/mês”). Esse valor dá acesso ao catálogo de produções originais, como Silo, Slow Horses e Ted Lasso. Já os longas de estúdio terceirizado listados na mesma página — Ford vs Ferrari, Guerra dos Mundos, O Parque dos Dinossauros e outros — aparecem na vitrine do app, mas não estão necessariamente incluídos na assinatura: entram como aluguel ou compra individual.
O aparelho físico Apple TV (o box que liga na TV) é outra história: é um hardware vendido à parte, que roda o aplicativo. Seu preço varia conforme geração e loja, e a Apple não atrelou o valor do dispositivo à mensalidade de R$ 34,90 divulgada na página brasileira do serviço.
Quais são as melhores séries da Apple TV hoje?
As melhores séries da Apple TV, em termos de avaliação da crítica, são os títulos que lideram a lista de “100 Best Apple TV Original Series Ranked by Tomatometer” do Rotten Tomatoes, que mede o percentual de críticas profissionais positivas.
No topo aparecem o documentário musical 1971: The Year That Music Changed Everything (100% de aprovação crítica e 63% de público), seguido da sátira existencial Pluribus (99% de crítica, 68% de público) e do terror cômico de cidadezinha Widow's Bay (98% de crítica, 92% de público). A primeira série de ficção “comentada” pelo público brasileiro, o thriller criminal Black Bird, entra logo em seguida com 98% de crítica e 95% de público.
Mais abaixo, mas ainda no topo, vêm nomes que se tornaram sinônimo da marca Apple TV: o drama de espiões Slow Horses (97%/88%), a saga familiar Pachinko (97%/93%) e a comédia musical Central Park (97%/72%). A série de ficção científica claustrofóbica Silo aparece com 92% de crítica, enquanto Severance fica com 95% — ambas entre as mais celebradas do streaming na década.
Ranking definitivo: top 20 séries originais Apple TV pela crítica
Este é o ranking principal do texto: top 20 séries e minisséries originais Apple TV segundo o Tomatometer do Rotten Tomatoes, com desempate pela nota de público. Todas as notas abaixo vêm, em ordem, dos percentuais listados na página “100 Best Apple TV Original Series Ranked by Tomatometer”, atualizada em agosto de 2026.
1. 1971: The Year That Music Changed Everything (documentário musical)
Critérios: 100% de aprovação da crítica e 63% de aprovação do público no Rotten Tomatoes. A série ocupa o 1º lugar geral na lista de 100 títulos do site.
Por que está aqui: porque nenhum outro original Apple TV consegue a combinação de unanimidade crítica (100%) e relevância histórica de 1971, que posiciona a música como lente para entender um ano-chave de convulsão política e cultural.
2. Pluribus (sátira de ficção científica)
Critérios: 99% de aprovação da crítica e 68% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, 2º lugar geral na lista de 100.
Por que está aqui: a série aparece como o projeto de ficção mais bem avaliado da Apple TV, um sci-fi que gerou leituras múltiplas justamente por provocar o espectador a pensar no que seria um mundo em harmonia total.
3. Widow's Bay (terror cômico de cidade litorânea)
Critérios: 98% de aprovação da crítica e 92% de público no Rotten Tomatoes, 3º lugar na lista de 100.
Por que está aqui: a mistura de horror sobrenatural, humor e comentário social transformou Widow's Bay em uma das comédias mais comentadas da plataforma, elogiada pela combinação entre elenco de ponta, direção inventiva e clima de cidade amaldiçoada.
4. Black Bird (thriller criminal baseado em fatos reais)
Critérios: 98% de aprovação da crítica e 95% de público no Rotten Tomatoes, 4º lugar entre 100 séries e minisséries.
Por que está aqui: o que diferencia Black Bird de outros true crimes é a forma como a crítica leu a série: um thriller de prisão enxuto, intenso e ancorado em performances de Taron Egerton e Ray Liotta que justificam a nota altíssima tanto da imprensa quanto do público.
5. Mr. Scorsese (documentário biográfico)
Critérios: 98% de aprovação da crítica e 93% de público no Rotten Tomatoes, 5º lugar geral.
Por que está aqui: além de aproveitar a curiosidade natural sobre Martin Scorsese, a série recebeu críticas unânimes por conectar a vida do diretor aos filmes que reformularam o cinema americano, o que explica estar colada em Black Bird no topo.
6. Slow Horses (espionagem e anti-heróis)
Critérios: 97% de aprovação da crítica e 88% de público no Rotten Tomatoes, 6º lugar da lista.

Por que está aqui: descrita como “pizza Hut–Taco Bell de John le Carré com The Office”, a série virou cartão de visita da Apple na espionagem: ritmo de thriller, humor britânico seco e um Gary Oldman que desmonta o glamour do espião clássico.
7. Pachinko (saga familiar)
Critérios: 97% de aprovação da crítica e 93% de público no Rotten Tomatoes, 7º lugar geral.
Por que está aqui: a recepção crítica consagra Pachinko como o grande épico familiar do streaming da Apple, acompanhando gerações de uma família coreana e embaralhando melodrama, história e política sem cair na novela de luxo vazia.
8. Central Park (animação musical)
Critérios: 97% de aprovação da crítica e 72% de público no Rotten Tomatoes, 8º lugar.
Por que está aqui: porque é a resposta mais robusta da Apple ao filão de animações adultas, com números musicais elogiados, elenco vocal de primeira e estrutura que flerta tanto com sitcom quanto com Broadway.
9. Trying (comédia romântica sobre adoção)
Critérios: 97% de aprovação da crítica e 90% de público no Rotten Tomatoes, 9º lugar na lista de 100.
Por que está aqui: Trying virou referência de “comédia terapêutica” dentro da plataforma, uma série que começou sobre adoção e se transformou, em cinco temporadas, num retrato abrangente de vida adulta, parentalidade e fracassos cotidianos.
10. Little America (antologia sobre imigrantes)
Critérios: 97% de aprovação da crítica e 83% de público no Rotten Tomatoes, 10º lugar geral.
Por que está aqui: a antologia foi lida pela crítica como uma resposta da Apple à política de imigração dos EUA, misturando episódios cômicos e dramáticos e ganhando elogios pela consistência do olhar em diferentes histórias.
11. Star City (ficção científica política)
Critérios: 94% de aprovação da crítica e 81% de público no Rotten Tomatoes, 11º lugar na lista de 100.
Por que está aqui: derivada de For All Mankind, a série ganhou vida própria ao deslocar a corrida espacial para o ponto de vista soviético; a combinação de intriga política, paranoia e drama humano é apontada como motivo de tanta aprovação crítica.
12. Mythic Quest (comédia de bastidores de game)
Critérios: 96% de aprovação da crítica e 81% de público no Rotten Tomatoes, 12º lugar.
Por que está aqui: porque é o raro caso de série de videogame elogiada por quem não joga: Mythic Quest é chamada de uma das melhores comédias de ambiente de trabalho recentes, e a nota de 96% mostra que a crítica embarcou na mistura de cultura gamer e drama de escritório.
13. Platonic (comédia de amizade adulta)
Critérios: 96% de aprovação da crítica e 80% de público no Rotten Tomatoes, 13º lugar.
Por que está aqui: a série surge como o retrato mais elogiado de amizade masculina-feminina sem romance na plataforma; Metacritic registra 77 de Metascore, e os textos destacam a química entre Rose Byrne e Seth Rogen como motor da narrativa.
14. Margo's Got Money Troubles (dramedy sobre fama e sexo)
Critérios: 96% de aprovação da crítica e 81% de público no Rotten Tomatoes, 14º lugar.
Por que está aqui: o trio Elle Fanning, Michelle Pfeiffer e Nicole Kidman se destaca, e a série chama atenção para a forma como discute trabalho sexual online sem cair em moralismo barato, o que ajuda a explicar a chegada ao top 15 da Apple.
15. Drops of God (drama de competição e herança)
Critérios: 96% de aprovação da crítica e 90% de público no Rotten Tomatoes, 15º lugar.
Por que está aqui: o confronto entre a personagem de Fleur Geffrier e o jovem enólogo vivido por Tomohisa Yamashita, em torno de uma herança alcoólica, gerou textos entusiasmados pela forma elegante como a série transforma vinho em suspense e duelo emocional.
16. Severance (ficção científica corporativa)
Critérios: 95% de aprovação da crítica e 80% de público no Rotten Tomatoes, 16º lugar geral.
Por que está aqui: Severance é provavelmente a série de maior impacto cultural da Apple na última leva, mas aqui aparece em 16º porque o critério é puramente a nota da crítica; ainda assim, 95% é número de elite para um sci-fi que mistura sátira corporativa, terror e melodrama.
17. Murderbot (sci-fi de personagem)
Critérios: 95% de aprovação da crítica e 82% de público no Rotten Tomatoes, 17º lugar.
Por que está aqui: adaptando os livros de Martha Wells, a série entrega um protagonista robótico que virou um dos personagens mais icônicos da ficção científica do século XXI, razão direta para a crítica abraçar a produção.
18. Carême (drama histórico gastronômico)
Critérios: 95% de aprovação da crítica e 79% de público no Rotten Tomatoes, 18º lugar.
Por que está aqui: ao contar a história do chef Antonin Carême em plena Europa napoleônica, a série ocupa um nicho pouco explorado — o da biografia culinária de época — e isso, somado ao visual de época luxuoso, sustentou a nota alta.
19. Calls (experimental de suspense sonoro)
Critérios: 95% de aprovação da crítica e 85% de público no Rotten Tomatoes, 19º lugar.
Por que está aqui: por ser o projeto mais radical da Apple em linguagem: basicamente áudio com visualizações gráficas, Calls se apoia em vozes como Pedro Pascal e Rosario Dawson para construir um suspense que a crítica comprou exatamente pela ousadia formal.
20. Shrinking (comédia de terapia)
Critérios: 93% de aprovação da crítica e 87% de público no Rotten Tomatoes, 20º lugar na lista.
Por que está aqui: criada por Jason Segel com Bill Lawrence e Brett Goldstein, a série virou contraponto de humor melancólico a Ted Lasso, com Harrison Ford como terapeuta ranzinza; a nota de 93% mostra que a crítica enxergou mais que apenas carisma de elenco.
Resumo em tabela: top 20 séries originais Apple TV pela crítica
Abaixo, a tabela HTML com o ranking completo usado neste texto. As notas de crítica e público vêm do Rotten Tomatoes em agosto de 2026; a posição reflete a ordem na lista de 100 melhores séries originais do serviço.
| Posição no ranking | Título | Gênero principal | Tomatometer (crítica) | Audience Score (público) | Fonte dos dados |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 1971: The Year That Music Changed Everything | Documentário musical | 100% | 63% | Rotten Tomatoes (lista 100 Best Apple TV Original Series) |
| 2 | Pluribus | Ficção científica / sátira | 99% | 68% | Rotten Tomatoes |
| 3 | Widow's Bay | Terror cômico | 98% | 92% | Rotten Tomatoes |
| 4 | Black Bird | Thriller criminal | 98% | 95% | Rotten Tomatoes |
| 5 | Mr. Scorsese | Documentário biográfico | 98% | 93% | Rotten Tomatoes |
| 6 | Slow Horses | Espionagem | 97% | 88% | Rotten Tomatoes |
| 7 | Pachinko | Drama familiar | 97% | 93% | Rotten Tomatoes |
| 8 | Central Park | Animação musical | 97% | 72% | Rotten Tomatoes |
| 9 | Trying | Comédia dramática | 97% | 90% | Rotten Tomatoes |
| 10 | Little America | Antologia dramática | 97% | 83% | Rotten Tomatoes |
| 11 | Star City | Ficção científica / drama político | 94% | 81% | Rotten Tomatoes |
| 12 | Mythic Quest | Comédia de escritório | 96% | 81% | Rotten Tomatoes |
| 13 | Platonic | Comédia | 96% | 80% | Rotten Tomatoes / Metacritic (77 de Metascore) |
| 14 | Margo's Got Money Troubles | Dramédia | 96% | 81% | Rotten Tomatoes |
| 15 | Drops of God | Drama | 96% | 90% | Rotten Tomatoes |
| 16 | Severance | Ficção científica / suspense | 95% | 80% | Rotten Tomatoes |
| 17 | Murderbot | Ficção científica | 95% | 82% | Rotten Tomatoes |
| 18 | Carême | Drama histórico | 95% | 79% | Rotten Tomatoes |
| 19 | Calls | Suspense experimental | 95% | 85% | Rotten Tomatoes |
| 20 | Shrinking | Comédia dramática | 93% | 87% | Rotten Tomatoes |

O que assistir na Apple TV em 2025 e 2026?
O catálogo de originais da Apple TV vem crescendo com regularidade. Em 2025 e 2026, algumas tendências ficam claras olhando listas especializadas e dados de serviços como o Metacritic.
Para quem quer ficção científica, a combinação de Silo (um verdadeiro “mistério em forma de puzzle pós-apocalíptico”) e Foundation (uma “obra-prima falha”, mas obrigatória para fãs de Asimov) responde bem por 2025–2026. A isso se somam Star City e Murderbot, que atacam o gênero pelo lado político e pelo lado do personagem.
No campo do suspense e investigação, dá para montar uma sequência forte com Black Bird, o noir contemporâneo Sugar, a minissérie Cape Fear, o thriller de sequestro em tempo real Hijack e o drama de conspiração Disclaimer. Vale ainda destacar Maximum Pleasure Guaranteed como um híbrido de suspense com comédia e comentário sobre maternidade.
Quem busca comédia tem um cardápio consolidado: Ted Lasso, ainda que “apenas” com 74 de Metascore segundo o Metacritic, segue referência de comédia feel good; ao lado dele estão Trying, Platonic, Loot, Mythic Quest, Shrinking, The Studio e o terror cômico Widow's Bay, uma das grandes séries para ver “agora”.
Quais séries tem na Apple TV em cada gênero?
A Apple TV trabalha com catálogo relativamente enxuto, mas espalhado em gêneros. Olhando os títulos destacados por Rotten Tomatoes e Metacritic, dá para mapear algumas prateleiras úteis.
- Suspense / investigação: Black Bird, Sugar, Cape Fear, Hijack, Disclaimer, Maximum Pleasure Guaranteed, Tehran, Down Cemetery Road.
- Ficção científica: Silo, For All Mankind, Star City, Foundation, Murderbot, Monarch: Legacy of Monsters, Invasion.
- Comédias: Ted Lasso, The Studio, Trying, Platonic, Mythic Quest, Side Quest, Loot, Shrinking, Central Park, Widow's Bay.
- Dramas “de prestígio”: Pachinko, The Morning Show, Masters of the Air, La Maison, Swagger, For All Mankind, Servant, Your Friends & Neighbors.
- Documentários e docusséries: 1971: The Year That Music Changed Everything, Mr. Scorsese, Come See Me In The Good Light (um exemplo de documentário “abre-olhos”), além dos longas documentais em outra aba do app.
Essa amostra não esgota o catálogo, mas dá uma ideia clara do tipo de série que a Apple colocou no centro da marca: menos reality show, mais ficção roteirizada com produção cara, grande parte em temporadas curtas.
Quem ficou de fora e por quê?
Um ranking baseado na nota de crítica inevitavelmente “pune” séries populares que dividem opinião. É o caso de Ted Lasso, que o Metacritic coloca em 15º lugar entre os originais da Apple com 74 de Metascore — “geralmente favorável”, mas distante da casa dos 90 pontos em que vive o top 10 deste texto.
Silo, por sua vez, aparece com 77 de Metascore e 92% de Tomatometer na lista do Rotten Tomatoes, segundo o próprio Metacritic. É número suficiente para torná-la um dos pilares de ficção científica do serviço, mas a coloca abaixo de documentários e dramédias mais consensuais.
Produções como The Morning Show, See e Monarch: Legacy of Monsters entram recorrentemente em listas de “melhores para ver agora”, mas não chegam ao top 20 por nota de crítica pura. São séries importantes para o catálogo — algumas com elencos gigantes e fãs barulhentos —, mas com avaliação mais irregular que o bloco 1–20.
Por fim, longas-metragens originais como Assassinos da Lua das Flores, Napoleão, Greyhound – Na Mira do Inimigo, Finch, Luck e outros não entram no ranking principal porque o critério aqui é exclusivamente séries e minisséries. São parte importante do apelo da assinatura, mas funcionam melhor em um ranking separado, com comparação de bilheteria e orçamento — números que os estúdios e a Apple não detalham publicamente para todos os casos.
Quanto custa a Apple TV e como assinar?
No Brasil, a assinatura da Apple TV (o serviço de streaming de séries e filmes originais) custa R$ 34,90 por mês, com sete dias de teste grátis, segundo a página oficial da Apple TV Filmes. Isso vale tanto para quem assina diretamente pelo app em iPhone, iPad, Mac ou Apple TV, quanto para quem entra via web.
O valor cobre o acesso ao catálogo de originais e não inclui, por padrão, os longas licenciados listados na vitrine do app (Ford vs Ferrari, Guerra dos Mundos, Jurassic Park, etc.), que seguem o modelo tradicional de aluguel ou compra digital. A Apple também vende o dispositivo Apple TV, que é um box para ligar na TV e rodar o app, mas o preço desse hardware é outro e não aparece vinculado aos R$ 34,90 por mês.
Para quem cogita assinar pensando em 2025 e 2026, o cenário é claro: há novas temporadas de séries já estabelecidas — como Silo, Slow Horses, Ted Lasso e For All Mankind — e estreias como Star City, Murderbot e Maximum Pleasure Guaranteed, sinalizando que a Apple continua apostando na fórmula “poucos títulos, mas caros e ambiciosos”.
Perguntas frequentes
Quais séries tem na Apple TV?
A Apple TV reúne originais em vários gêneros: comédias como Ted Lasso, The Studio, Trying, Platonic, Mythic Quest e Shrinking; dramas de prestígio como Pachinko, The Morning Show, For All Mankind, Masters of the Air, La Maison e Swagger; suspenses como Black Bird, Sugar, Cape Fear, Hijack, Disclaimer e Maximum Pleasure Guaranteed; ficções científicas como Silo, Star City, Foundation, Murderbot e Monarch: Legacy of Monsters; além de documentários como 1971: The Year That Music Changed Everything e Mr. Scorsese.
O que é Apple TV, afinal?
Apple TV é o serviço de streaming de séries, filmes e documentários originais da Apple, acessível por aplicativo em celulares, tablets, computadores, smart TVs e no box Apple TV. O app também reúne filmes de outros estúdios para aluguel/compra e canais adicionais, mas a assinatura mensal de R$ 34,90 no Brasil dá acesso especificamente ao catálogo de produções originais da empresa.
O que assistir na Apple TV hoje?
Para entrar na plataforma em 2025–2026 com o pé direito, vale combinar alguns títulos do topo crítico com séries de apelo popular. Uma porta de entrada possível: Slow Horses (espionagem), Severance e Silo (sci-fi), Ted Lasso, Trying e Platonic (comédia), Black Bird, Sugar e Cape Fear (suspense/crime), Pachinko e For All Mankind (drama), além dos documentários 1971: The Year That Music Changed Everything e Mr. Scorsese. A partir desse núcleo, o catálogo da Apple começa a fazer sentido.
Quais as melhores séries da Apple TV?
Considerando apenas a avaliação da crítica na lista oficial “100 Best Apple TV Original Series Ranked by Tomatometer” do Rotten Tomatoes (agosto de 2026), as melhores são 1971: The Year That Music Changed Everything (100% de aprovação), Pluribus (99%), Widow's Bay (98%), Black Bird (98%), Mr. Scorsese (98%), Slow Horses (97%), Pachinko (97%), Central Park (97%), Trying (97%) e Little America (97%), seguidas por Star City, Mythic Quest, Platonic, Margo's Got Money Troubles, Drops of God, Severance, Murderbot, Carême, Calls e Shrinking.
Quanto custa Apple TV no Brasil?
O serviço de streaming Apple TV custa R$ 34,90 por mês no Brasil, com sete dias de teste gratuito para novos assinantes, de acordo com a página oficial da Apple TV Filmes. Esse valor é para a assinatura do serviço; o box Apple TV, que é um hardware vendido à parte, não está incluído nessa mensalidade.
Quanto é a Apple TV (o aparelho)?
O preço do aparelho Apple TV não aparece detalhado na mesma página em que a Apple divulga o valor da assinatura de R$ 34,90 por mês. Como se trata de um hardware vendido no varejo, o valor varia por geração do produto, capacidade e promoções de cada loja, e não há um número único na comunicação de streaming da empresa que possa ser usado como referência fixa.
Este tutorial faz parte do guia Serviços de streaming em 2026: quais valem seu dinheiro no Brasil. Veja também: Melhores filmes da Netflix: ranking definitivo com notas e números · Melhores séries da Netflix: ranking definitivo com notas e custos · Melhores séries e filmes HBO Max: ranking definitivo com notas e números · Melhores filmes e séries Prime Video em 2026: ranking com notas · Melhores filmes e séries do Disney Plus em 2026: ranking definitivo




