Telecom: Papel ainda limitado na evolução da IA, destacam especialistas
Estudo revela que a indústria de telecomunicações ainda desempenha papel secundário na evolução da inteligência artificial.
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Resumo por IA
Resumo gerado por IA, revisado pela redação.
Telecomunicações enfrenta desafios na adoção da IA, com 50% das empresas ainda não reconhecendo seu valor, segundo a McKinsey. Apesar disso, 60% já implementam casos de uso, focando em processos internos. Especialistas destacam que a IA pode otimizar atendimento ao cliente e reduzir custos, além de potencializar novas aplicações e receitas, especialmente com a chegada das redes 6G.
Leia o artigo completo para saber mais sobre:
- Destacar desafios da adoção da IA
- Explorar casos de uso em telecomunicações
- Propor otimização de processos internos

A IA em telecomunicações tem se destacado como uma das principais tendências tecnológicas, direcionando investimentos e impulsionando inovações em dispositivos como smartphones e notebooks. No entanto, o setor de telecomunicações, vital para conectar usuários, aplicativos e data centers, ainda não adotou plenamente a IA em telecomunicações em suas operações. Especialistas discutiram esse cenário durante o Fórum de Operadoras Inovadoras, realizado em São Paulo. Gabriel Codo, da McKinsey, revelou que, segundo uma pesquisa global recente, 50% das empresas de telecomunicações ainda não reconhecem o valor da adoção da IA em telecomunicações. Apesar disso, 60% afirmam ter algum caso de uso em andamento, majoritariamente focados em processos internos como atendimento e backoffice. Codo sugere que operadoras e provedores de serviços de Internet (ISPs) podem explorar a IA em telecomunicações de três maneiras: aprimorar processos internos, atrair serviços corporativos (como incluir GPUs em estações rádio base) e lançar aplicativos para o consumidor final. Segundo o executivo da McKinsey, o uso da IA em telecomunicações ainda se concentra no relacionamento com o cliente e na redução de custos, com pouca aplicação na infraestrutura de dados e na oferta de serviços. Henry Douglas Rodrigues, do Inatel, complementou a avaliação, lembrando que a McKinsey projeta um acréscimo de US$ 15 trilhões à economia mundial até 2030 por meio da IA em telecomunicações. No entanto, a GSMA estima um impacto mais modesto para o setor de telecomunicações: US$ 600 bilhões em 20 anos. Rodrigues enfatizou que as empresas de telecomunicações não devem se limitar a intermediar a solicitação e o recebimento de informações de algoritmos, sem agregar valor. Ele acredita que as redes 6G serão altamente baseadas em IA em telecomunicações, potencializando casos de uso em cidades inteligentes e sensoriamento. É como ter diferentes tipos de IA podem revolucionar o dia a dia da sua agência. A sugestão de Rodrigues é aplicar a IA em telecomunicações internamente para otimizar o atendimento ao cliente e o retorno do negócio a curto e médio prazos, e investir em edge computing e novas aplicações no longo prazo.



